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sábado, 28 de novembro de 2009

Esta semana na TV...

Esta semana na TV, as séries foram escassas. Nalguns casos por causa do feriado, o Thanksgiving, nos EUA. Noutros casos, porque já entraram em pausa de Inverno (o chamado 'mid-season' - como é o caso de Grey's Anatomy, por exemplo, que despachou os 3 feriados - Thanksgiving, Natal e Ano Novo - tudo num só episódio).

Bom... Seja como for, três episódios vi eu esta sexta-feira:


HOUSE, M.D. - Episódio 8 da 6ª Temporada - «Ignorance is Bliss»

Depois de vermos Cameron abandonar a série na semana passada num episódio sensacional, eis que esta semana tivemos um episódio mais calmo, mais à House. O que se passou? House decidiu investir na separação de Cuddy e Lucas e o surpreendente no meio disto tudo foi mesmo a reviravolta que Cuddy nos proporcionou ao mentir a House, ao não lhe dar uma nova oportunidade (ela que, durante os 6 anos da série, inúmeras vezes foi manipulada e controlada por ele). Com isto, House percebeu que foi o fim (para agora, diria eu) das suas tentativas de aproximação a Cuddy. Wilson não tem tido muito que fazer ou dizer nesta nova temporada, mantém o mesmo fio condutor na sua história, é o amigo fiel que House necessitou durante a recuperação e continua o amigo fiel que House necessita para debater as suas trafulhices. De qualquer forma, para a semana, antes da pausa de Natal de House, teremos um episódio centrado em Wilson (à semelhança do que já se passou em Grey's com Derek e Arizona... E um episódio só sobre Cuddy também vai surgir mais lá para Fevereiro, já está prometido). A ver o que se passará... Chase teve problemas o episódio todo para lidar com a preocupação dos colegas de trabalho acerca de Cameron e resolveu-os... da forma mais improvável possível (pelo menos para Chase): à porrada. Deixou um olho negro a House e ainda originou uma troca de palavras bastante engraçada quanto ele tentou desculpar-se. De resto, algumas outras cenas de registo, não foi um episódio brilhante, longe disso até, mas é um episódio bastante sólido de House. Nota: B


Melhores citações do episódio:

1. «How you manage to elevate your narcissism to beneficence is masterful.» (Wilson para House)

2. Diálogo entre Taub e Foreman com uma punchline de House no final: «Taub: It could be sickle cell. / Dr. Foreman: Guy's white. / Taub: Whites can get it. / House: Come on. We get tennis elbow and all the money. Let them have sickle cell.»


HOW I MET YOUR MOTHER - Episódio 9 da 5ª Temporada - «Slavsgiving 2: Revenge of the Slap»

Novo episódio de How I Met Your Mother no dia de Acção de Graças como uma espécie de «sequela» para o episódio do ano passado, intitulado obviamente «Slapsgiving». Em comparação com o seu original, este episódio perde. Não tem tanta piada mas é talvez um pouco mais enternecedor. Toda a storyline de quem iria dar a chapada no Barney é hilariante, mas o mais hilariante de todo o episódio é sem dúvida a negligência do pai de Lily, mais preocupado com os seus jogos mirabolantes do que com a filha. E cada jogo! Enfim... Todas as piadas com a palavra «slap» também foram bem engraçadas (talvez um pouco em demasia), durante aquele diálogo entre Robin e Ted para decidir quem iria dar a chapada. «Slapsolutely Ted, you're a slapping rock star. You should be called Eric Slapton.» - é de longe a melhor das linhas do episódio. Outra coisa que me fez rir às gargalhadas? O olhar de morte da Lily (e sim, a tentativa do Marshall em produzir um semelhante). E sim, fiquei feliz por ter sido o Marshall a bater-lhe, como eu tinha previsto já no início do episódio. Nota: B



GLEE - Episódio 11 da 1ª Temporada, «Hairography»


Dos piores episódios de Glee (de qualquer forma, muito melhor que os melhores episódios de outras séries) e, como eu já disse, Quinn não pode ter tanto foco porque aquela storyline da gravidez dela é super irritante (já para não falar na gravidez imaginária de Terri que é completamente surreal - mas ninguém toca nela?). O que compensa - claramente uma das grandes armas de Glee - é que os números musicais conseguem compôr até o mais pálido dos episódios. «Imagine» e «True Colours» foram mágicos. Glee continua com mais 2 episódios, até 9 de Dezembro, altura em que faz uma pausa bem grande, só voltando em Abril. Nota: B-


Para a semana ainda temos House, Glee, voltam Desperate Housewives, 30 Rock, Gossip Girl e Brothers and Sisters. Todas estas séries vão para pausa de Natal na semana seguinte, exceptuando Glee que encerra para balanço até Abril.


De qualquer forma, é uma pena irmos para pausa nestas séries mas fica a certeza que 2010 trará novas novidades e de preferência melhores episódios para todas elas. E, além disso, o início de 2010 traz a última temporada de Lost, o final da série de culto Heroes e o retorno de Damages e Breaking Bad.

sábado, 21 de novembro de 2009

Esta semana na TV...

Aviso desde já: São MUITOS spoilers! Cá vai o que se passou nas séries que vejo esta semana:



30 ROCK, Episódio 6 da 4ª Temporada - «Sun Tea»

Nada de particularmente especial aconteceu em 30 Rock esta quinta-feira. Liz Lemon aprendeu a expulsar um vizinho do prédio com o mais estranho dos professores, Frank. Tracy levou Jack a envolver-se em mais uma das parvoíces dele, desta vez uma vasectomia, até que ambos decidiram que o melhor da vida eram os filhos (se bem que para Tracy teve que ser com uma alucinação em que ele era o Bill Crosby). MVP do episódio: Dr. Leo Spaceman (aliás, sempre que ele aparece, a cena promete...) Vá, houve alguns one-liners aqui e ali, tipo o de Jenna, «Drama is gay man Gatorade» ou o de Kenneth, «Global warming? Sorry, sir, that's just scientist talk. The same people who say my grandfather was a monkey. If that's true, why was he killed by a monkey?» mas nada de mais. Certamente que este episódio deixou muito a desejar. Só que... um episódio mau de 30 Rock consegue ainda assim ser muito melhor que muitos episódios de séries que andam por aí. Nota: B-



BROTHERS AND SISTERS, Episódio 8 da 4ª Temporada - «The Wine Festival»

Ao oitavo episódio, uma decepção: um episódio totalmente sem discussões. E foi um dos piores episódios desta série (que tem tido muitos maus episódios nos últimos tempos) esta temporada. Núcleo da história: o festival de vinho em que a Ojai/Walker Landing participa com a sua marca de vinho barato e que consegue ganhar o 1º prémio. Claro está que tudo o que é bom acaba depressa, ou não fosse a paupérrima storyline do Ryan ter de fazer com que alguém sabotasse a adega e vertesse o vinho todo. Isto parece novela mexicana mesmo! Histórias secundárias: Gilles Marini e a sua personagem Luc foram de vela este episódio, tudo por culpa da insistência de Sarah em que ele arranjasse um emprego a fazer design de rótulos e marcas. Que problema tão significativo, diga-se de passagem... Rebecca decide não contar a Justin que está grávida e começa a pensar em abortar... Pôxa, a meses de casar e ela não consegue contar ao noivo que está grávida? Bem, como será o casamento, não é? Kitty envergonhada por causa da peruca, também nada de mais, Kevin e Scotty decidem qual a sua barriga de aluguer fazendo uma escolha criteriosa e cheia de pré-requisitos para no final mandarem tudo à fava e atirarem um dardo à sorte. E finalmente Norah. Sally Field tem finalmente uma storyline esta temporada e é uma tão estúpida quanto patética. Arranjaram-lhe um namorado muito mais novo. Uau. Uma actriz, vencedora de dois Óscares e com múltiplas nomeações para Emmy (1 ganho) e Globos de Ouro (1 ganho), a contentar-se com uma história destes. Isto só visto... Só mesmo em Brothers and Sisters. Nota: C





DESPERATE HOUSEWIVES, Episódio 8 da 6ª Temporada - «The Coffee Cup»

Episódio muito bom de Desperate Housewives, com especial atenção para Drea Di Matteo (que me tem impressionado imenso com a sua versatilidade) e para Eva Longoria Parker (que tem sido uma óptima comediante nos últimos episódios e hoje mostrou - de novo, com mestria - a sua variante dramática). Resumindo o episódio, Gabrielle descobre que Lynette está grávida, o que vai levar ao seu despedimento por parte de Carlos; Bree é salva de ser apanhada por Orson com Carl pela pessoa mais surpreendente, Angie, que tem tido problemas com o marido, que acaba por estrangular mais uma mulher; Susan, que terminou o último episódio na prisão, é condenada a serviço comunitário. Para sua sorte, Katherine visita-a e deita lixo para o chão, sendo obrigada ao mesmo castigo - aí, a rivalidade vem ao de cima, com Susan a testar novos limites na sua relação com Mike (e sim, os limites são de teor sexual! :D) Nota: B+




GLEE, Episódio 10 da 1ª Temporada - «Ballad»

Já esgotei todos os adjectivos para caracterizar Glee, mas vou dizer mais uma vez: é uma série genial. Este episódio, em particular, é brilhante de todas as formas. Desde toda a storyline do Sr. Shue com a Rachel, a interacção entre Kurt e Finn, o mash-up que o Sr. Shue cantou a Rachel (e a conclusão que ela tirou, com ajuda de Emma, foi priceless!) a forma como demonstraram que todos abordam a música de forma diferente e aquela música final: os arrepios, o espírito de grupo, os abraços... Meu Deus, que emoção. E hoje nem foi preciso Sue aparecer para tornar o episódio ainda melhor. Seja como for, esta série vai ficar na história. Que bela hora de televisão. Nota: A+




GOSSIP GIRL, Episódio 10 da 3ª Temporada - «The Last Days of Disco Stick»

Melhoria significativa em relação aos últimos episódios, este The Last Days of Disco Stick foi um episódio sério, em conformidade com o estatuto 'teen' que tem mas com a dose certa de drama e comédia. A storyline de Dan-Vanessa-Olivia foi finalmente bem aproveitada (demorou!), Olivia já era (ainda bem!), Serena e Tripp ainda não passaram à história (ponto a menos no episódio a meu ver, nada a ver um com o outro e ainda por cima storyline aborrecida... o que vale é que já houve indício que ela e Nate é só uma questão de tempo...), Jenny numa storyline que não envolve Eric (ponto a favor!) e Constance (mais um ponto a favor!) e o seu «reinado» (ainda mais a favor!) e finalmente (a MVP da série, na minha opinião) Blair numa história não-maligna, para variar. E ainda houve tempo para Lady Gaga surgir no fim. Nada mau, hein? Nota: B





GREY'S ANATOMY, Episódio 10 da 6ª Temporada - «Holidaze»

O pior Grey's Anatomy da temporada. De longe. E ainda por cima num episódio que prometia tanto. O problema é que a bagagem familiar que apareceu foi demais. E pelo que li no blogue dos autores, há lá muitas cenas que foram incluídas pela argumentista responsável, Krista Vernoff, porque estão directamente influenciadas com a vida dela. Como a discussão de Bailey com o pai. Que na série fica totalmente despropositada (apesar de Chandra Wilson dar uma coça à cena). Vamos ver também onde é que a storyline de Mark com a filha dele vai dar, ainda por cima ela grávida. E digo o mesmo do chefe e do alcoolismo e os fantasmas do passado e tal. Pontos fortes do episódio: claramente três, 1. Cenas entre Teddy, Cristina e Owen (são brilhantes), 2. Derek e Arizona são claramente as pessoas mais bestiais à face da Terra e juntam-se a Mark para dar dinheiro para se produzirem instrumentos para salvar um rapazinho e 3. Sara Ramirez a cantar. Que performer ela deve ser (Tony winner, by the way...)! All in all, um bom episódio de Grey's mas há que voltar ao nível já demonstrado nos episódios 6,7 e 8. É que Grey's assim sempre era o máximo. Nota: B





HOUSE M.D. , Episódio 7 da 6ª Temporada - «Teamwork»

Primeira coisa a dizer: Hugh Laurie tem que levar o Emmy para casa esta temporada. Mesmo. Segunda coisa: A storyline do Chase com o Dibala? Ridículo. E isto arrastar-se por mais que 2 ou 3 episódios? Ainda pior. E a Cameron ainda dar apoio e sugerir ir embora? Que estupidez. Mas a storyline de hoje, da estrela pornô... Muito boa. Melhor momento do episódio? O decorrer do diagnóstico com House a perseguir os antigos colaboradores e a introduzi-los no processo, com toda a lógica distorcida que vai - como habitualmente - pela cabeça de House, como se ainda pertencessem ao staff dele. Excelente. De resto, foi um episódio a ritmo acelerado: Cameron perdoa Chase e decidem mudar de emprego, House assume o comando do departamento e rapidamente parte à caça de Thirteen e de Taub, que contrata, e assim também de repente vai Cameron embora. Esta última cena é o clímax do episódio, no qual nos despedimos (será para sempre?) de Allison Cameron após 6 anos, com estas palavras, perfeitamente entregues por Jennifer Morrison, que deixa o hospital, deixa House, deixa Chase e o seu casamento e deixa tudo para trás: «I loved you and I loved Chase - and I feel sorry for you both. Because there's no way back for either of you». Nota: B+





HOW I MET YOUR MOTHER, Episódio 8 da 5ª Temporada - «The Playbook»

Mais um episódio lendário de How I Met Your Mother. Neste, Barney (sempre ele!) é a estrela e introduz-nos mais um livro sagrado: The Playbook. O livro que contém todas as rasteiras para levar as gajas para a cama. E com isto, ele planeia a derradeira jogada: O Mergulhador. Palavras para quê, o melhor mesmo é ver o desenrolar da história. Excelente episódio, já é costume de resto, com Patrick Harris e Allyson Hannigan («You son of a bitch», hilariante!) a grande nível. Nota: B+

sábado, 14 de novembro de 2009

O que está a dar na TV







Olá bom dia! Estou de volta (eu sei, ainda bem, só ver a Sara por cá é demoníaco, não é?) e para instaurar uma nova rubrica semanal neste blogue. Peço desculpa se não posto mais vezes mas tenho tido trabalho a mais (leia-se exames) e tempo a menos para me dedicar a isto e, como não é um trabalho remunerado mas passional, não tenho que cumprir prazos nem responder a ninguém (excepto à Sara mas com ela posso eu bem).

Todas as semanas, vou fazer a revisão dos episódios das séries que venho a acompanhar com assiduidade (são cerca de 20, 10 vejo todas as semanas e as outras 10-12 vou vendo quando tenho tempo – eu sei, como é que faço tudo? Olha, nem eu sei). Como esta é a primeira semana que faço e como isto devia ter sido começado com as season premieres em Setembro (peço desculpa não ter pegado nisto mais cedo), vou fazer um pequeno resumo da minha opinião da temporada de cada série até agora (N.B: esta é a primeira parte dos resumos, não ia colocar todos de uma vez; dentro de dias coloco o resumo das restantes). E portanto vamos lá. A partir da próxima semana faço revisões semanais dos episódios destas séries.

Brothers and Sisters (Irmãos e Irmãs, RTP2/FoxLife)
Uma série que já teve tanta qualidade anda hoje pela rua da amargura. Até as novas histórias parecem saídas de uma novela mexicana. O que é que foram inventar agora para ver se as audiências voltam? Kitty tem cancro. Claro. Tal e qual uma novela da TVI. O que continua na moda na série? As discussões. As tão ridículas discussões que já fazem parte de todos os episódios da série continuam em alta e há que congratular os argumentistas por conseguirem sempre razões novas para os Walker discutirem, semana após semana. Sally Field muito fraca este ano no seu papel de Nora Walker, precisa se calhar de mudar um pouco de ares… Lá se vai a nomeação para o Emmy… Nota: B-

Desperate Houseviwes (Donas de Casa Desesperadas, SIC/FoxLife)
Eu ainda não sei por que razão é que voltei a ver esta série. Não acompanhei a fundo a 4ª e a 5ª temporada, mas voltei a pegar de estaca nesta 6ª temporada. E eu não tinha ideia do quão bestial está a ser os episódios, parecem revigorados, parecem episódios da 1ª temporada. A verdade é que a história das Donas de Casa tinha ficado muito estagnada mas parece que o avanço de 5 anos na história a meio da 5ª temporada lhe fez maravilhas. Nos novos episódios, destaque para a prestação de Dana Delany como a nova – e louca – dona de casa Katherine que consegue dar uma lufada de ar fresco na não tão revigorada storyline do novo casamento de Mike e Susan. De resto, parabenizar ainda Eva Longoria que é de longe, hoje em dia, a dona de casa mais fantástica das quatro iniciais. É maravilhoso ficar pregado ao ecrã para ver o novo sarilho em que Gabrielle se vai enfiar. Nota: B

Glee
Glee é o máximo. Desde a energia positiva à boa disposição ao verdadeiro talento musical das personagens passando ainda pelos maravilhosos números musicais e por um enredo interessantíssimo, esta é uma série que apesar de ter previsivelmente um curto prazo de vida, vai ter enorme sucesso enquanto por cá andar. Tem ainda apenas nove episódios (o último saiu ontem) mas são todos de uma beleza e de uma qualidade ímpar. Espero que ataquem os Emmy em peso e que saiam de lá com alguns prémios. Jane Lynch é particularmente brilhante como a narcisista treinadora do esquadrão de cheerleaders. E só mais uma coisa: como é possível que aquela miúda negra não tenha passado do casting do American Idol, com aquele vozeirão? Números musicais de excelência na série: todos, mas especialmente o «Keep Holding On» adaptado da música da Avril Lavigne do episódio 7 e os 2 números do Mash-Up do episódio 6 (It’s My Life/Confessions e Walking On Sunshine/Halo são impecáveis). Nota: A

Gossip Girl (SIC, Sony Entertainment)
A nova série das tardes de domingo da SIC vai na sua terceira temporada e piora a olhos vistos. O que começou por ser um drama teen de boa qualidade começou a ganhar peso e história e parece hoje em dia uma história péssima de telenovela mexicana, indigna de ser contada. Se tem acompanhado a série desde o início, há que dizer que Blair e Chuck juntos são o núcleo duro que dá substância a esta história que de outro modo é muito… cliché. Serena continua uma burra nesta nova temporada, Dan um otário, Nate um pascácio inocente e Vanessa uma saloia ressabiada. Mas Blair e Chuck são preciosos. Ao menos valha por eles. Na terceira temporada gosto principalmente da forma como têm explorado a diferente adaptação do pessoal do Constance/St. Jude à vida universitária – obviamente que estou a falar do pormenor de Vanessa, que antes não tinha onde cair morta, ser mais popular na NYU que Blair, a Rainha da escola secundária. Nota: C+

Grey’s Anatomy (Anatomia de Grey, RTP2/FoxLife)
Como é que Shonda Rhimes conseguiu a revitalização total de Anatomia de Grey? É a pergunta que se impõe. O que é certo é que uma série que teve duas temporadas e meia péssimas – sim, a 3ª e a 4ª temporada são para esquecer, e mesmo da 5ª temporada, só os últimos cinco, seis episódios são memoráveis. Esta nova temporada, no entanto, começa numa reminiscência aos velhos tempos, aos tempos da 1ª temporada, aos tempos dos Cinco Fantásticos, tudo porque George morre e tudo muda desde aí. Esses dois primeiros episódios, que lançam a nova temporada, ficaram muito aquém do expectável para uma série que terminou tão bem no ano passado. Não obstante, tem vindo a melhorar desde então e o sexto e o sétimo episódio – o sexto é um episódio digno de um Emmy para Melhor Série, em que o episódio se foca todo num paciente e nas 12 perspectivas diferentes dos médicos nas Urgências. Alguém matou aquela paciente e as peças vão-se todas encaixando até se descobrir a verdade. Intriga à Grey’s q.b. e um grande argumento tornam este episódio notável. Outro ilustre episódio é o episódio 7, todo focado em Derek. Patrick Dempsey tem finalmente um episódio digno da sua qualidade e do seu contributo à série e é também um dos melhores episódios deste drama médico de grande sucesso nos EUA mas que tem vindo a perder audiência (e ainda por cima para CSI, vá-se lá saber porquê!). Concluindo, Grey’s está de volta aos tempos ilustres e ainda bem que assim é – as grandes séries querem-se sempre excelentes, não perdidas no meio do oceano. Nota: B+

How I Met Your Mother (Foi Assim que Aconteceu, FoxLife)
Série bem em alta depois das nomeações para os Emmy, começou a temporada da melhor forma com a nova história, Robin e Barney apaixonados. E que história promete ser esta que dá o mote da nova temporada. É que se há coisa que no mundo nos estranharia era ver estes dois como um casal, apaixonados. Ted continua na busca da sua mulher perfeita para ser a mãe dos seus filhos (a ‘mãe’ que dá o título à série, claro está) e Lily e Marshall seguem trilhando a luta diária da vida de casados. A não perder porque esta série pode ter um ou outro episódio mais fraco mas no cômputo geral é muito inteligente, sagaz e muito, muito divertida. Nota: B+

House
A melhor temporada de todas de House, é o que esta 6ª temporada está a ser. Se Hugh Laurie não ganhar o Emmy de Melhor Actor – Drama só pelo primeiro episódio desta temporada, o mundo é injusto. A história desta 6ª temporada começa no hospital psiquiátrico onde House se internou e começa com a luta interna deste em contornar as regras e conseguir sair do hospício sem ter que atravessar as fases de recuperação que os doentes mentais do sítio normalmente atravessam. A sua perseverança é posta ao limite pelo director do hospital que o consegue submeter – coisa rara – ao seu tratamento e sucumbir na sua tentativa de se curar sem ajuda. House torna-se um médico e uma pessoa melhor, como se pode constatar ao longo dos primeiros 4 episódios da temporada (a série parou para descanso, voltou esta semana). O melhor que tem esta nova temporada? A reunião de Chase, Cameron e Foreman com House. Épico. Nota: B+

Mad Men (RTP2)
A terceira temporada deste drama clássico da AMC sobre as agências publicitárias dos anos anteriores à Primeira Guerra Mundial termina de forma fantástica esta semana com o seu season finale. A série de Matthew Weiner já nos habituou a grandes momentos e esta temporada não é excepção, Don Draper continuando a ser um papel ímpar na carreira de Jon Hamm (que ele interpreta sem mácula, diga-se também de passagem; provavelmente será o papel da vida dele, tal como House é o de Hugh Laurie) mas quem vem a surpreender na nova temporada são as mulheres, January Jones, Christina Hendricks e Elizabeth Moss. A seguir a nova temporada atentamente no próximo ano, mas para já, há que fazer um brinde a mais uma temporada recheada de sucesso e de muita, muita qualidade. Nota: A-

30 Rock (Rockefeller 30, RTP2/FoxLife)
Esta belíssima série de comédia da NBC, cá conhecida como Rockefeller 30 (tradução muitíssimo incorrecta mas pronto, é Portugal, o que é que se pode esperar mais, não é?), começou a sua quarta temporada em boa forma, com um episódio que apesar de não ser nada de extraordinário (a série já teve bem melhores, aliás, encerrou com um dos seus melhores episódios de sempre, Kidney Now!), introduz-nos à ideia-base da nova temporada: crise e cortes no orçamento, rejuvenescimento do show e novos sarilhos para Liz Lemon e Jack Donaghy. Os episódios que o seguem são bem melhores, incluindo o último, com cenas de comédia protagonizadas por Alec Baldwin do mais alto quilate. Ficamos à espera para ver o que vem a seguir. Seja o que for, será imprevisível. 30 Rock é sempre assim. Nota: B+

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Sondagem: Séries TV




Cá estou (de novo) para comentar a última das nossas sondagens, que terminou já antes de nós termos encerrado para férias. Só teve 14 votos, tornando-se assim na sondagem menos votada de sempre por parte dos nossos visitantes. As outras ultrapassaram as 20 pessoas. Bom. Nova sondagem está posta, agora sobre a vitória nas Legislativas.


Mas quanto a esta... Dizer que me faltou mencionar algumas séries. Eu optei por só escolher séries que se encontravam a passar em Portugal neste momento e que fossem minimamente actuais. Por isso é que séries como Frasier, Seinfeld, Kath&Kim, The Nanny, Ally McBeal, Friends e outras assim foram eliminadas na selecção (se tivesse colocado Friends acredito que seria das mais votadas). Outro factor que ponderei na minha selecção foi colocar séries que são conhecidas, que são faladas e que têm um número mínimo de fãs. Daí a minha exclusão de algumas séries como The Island, Crusoe e outras que tais. E excluí séries que já acabaram recentemente (como Boston Legal e Prison Break) e e séries que já não passam cá em Portugal. E excluí muitas das séries que dão no AXN. E ainda excluí séries portuguesas (como Conta-me Como Foi) por pensar que provavelmente seriam (tendenciosamente) das mais votadas.

Mesmo assim, esqueci-me de duas fundamentais: Fringe e Entourage. Peço perdão. E Dirty Sexy Money. Enfim.

Ainda assim, temos um bom grupo de séries aqui. Estava claro que Dexter, House e Lost seriam das mais votadas já que são reconhecidamente séries de qualidade (todas eleitas para Melhor Série Drama nestes Emmy). Grey's Anatomy, CSI, Family Guy, The Simpsons e How I Met Your Mother porque obviamente tem MUITOS fãs e ainda trouxe alguns votos para o seu spin-off, Private Practice. Admira-me que The Tudors e Californication não tenham tido nenhum voto. Medium e Mental e The Listener também sem votos. E também me admira que Desperate Housewives só tenha tido um, tal como Futurama. Samantha Who também com um voto e não me admira, a série é boa mas nem todos conhecem. E a hora a que dá (antes do jantar) não a favorece. Gossip Girl já é sobejamente conhecida mas só tem 2 temporadas e não passa nos canais públicos (daí só 2 votos). Surpreendeu-me que Bones não tenha tido mais que 2 votos já que é imensamente popular. Igual argumento posso dar para E.R. Achei que tinha mais espectadores.

E pela positiva surpreenderam-me 30 Rock e Mad Men (nada de mal com isso até, porque são as melhores séries da sua área - comédia e drama - e nomeadas para Emmy). Com isto, lembrei-me que não coloquei The Office também na lista.


E está tudo. Bem, já agora, querem saber em quem eu votei? Simples. Votei em 6 dessas séries: Grey's Anatomy; Mad Men; Dexter; House; How I Met Your Mother; Lost. Aposto que os 4 votos de CSI são todos da Sara (lol).

Não se esqueçam de COMENTAR e vão votar na nova sondagem.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

EMMY TIME!


(O meu post com a D. Dolores/Megan Fox deve vir sábado, para comemorar FÉRIAS...)

Entretanto, hoje foram anunciadas as nomeações para os Emmy - que para quem não sabe são os prémios atribuídos pela Academia da Arte e da Ciência da Televisão (ATAS).

Basicamente... Oscar está para cinema como Tony para o teatro e Emmy para televisão. É o prémio mais prestigiado do pequeno ecrã. Pronto. A juntar aos Globos de Ouro, aos SAG e aos AFT, são os prémios que celebram o que de melhor se faz em televisão nos Estados Unidos em primetime (horário nobre) - das 20.45 (sim, o telejornal deles não demora tanto como os de cá) às 23.00.


Bom... Os nomeados são (só vou indicar as principais categorias)


MELHOR ACTOR - COMÉDIA

Jim Parsons, The Big Bang Theory
Jermaine Clement, Flight of the Conchords
Tony Shalhoub, Monk
Steve Carell, The Office
Alec Baldwin, 30Rock
Charlie Sheen, Two and a Half Men



Charlie Sheen é tipo o demónio para os candidatos a Melhor Actor - Comédia. Nunca vai embora. Ele e a série dele (se bem que, graças a Deus, este ano não foi nomeada!) De resto, só qualidade, Baldwin, Carell, muito merecido Parsons, Shalhoub eu ainda aceito (última temporada, já tem 6 nomeações e 3 vitórias). Clement não entendo. Nenhum amor para Zachary Levi em Chuck, Jay Harrington em Better Off Ted, Zack Braff em Scrubs e sobretudo como é possível David Duchovny não ser nomeado por excelente trabalho em Californication (de novo, já depois de o ano passado ter acontecido o mesmo?)


MELHOR ACTOR - DRAMA

Hugh Laurie, House
Michael C. Hall, Dexter
Bryan Cranston, Breaking Bad
Jon Hamm, Mad Men
Gabriel Byrne, In Treatment
Simon Baker, The Mentalist




Agradeçamos aos céus por não haver James Spader este ano. Adoro a série mas acho que não tem qualidade suficiente para merecer prémios e reconhecimento. Enfim. Spader tem 2 vitórias em 3 nomeações e era a última temporada de Boston Legal que estava em jogo este ano... Não conseguiu quase nada (Shatner é a excepção mas esse é nomeado sempre, que é que se há-de fazer...) Hugh Laurie também já nos tem convencido do seu talento mas acho um desperdício ser nomeado todos os anos quando há gente bem melhor. Michael C. Hall, Cranston (vencedor o ano passado), Byrne e Hamm repetem as nomeações, tal como Laurie (mas estas são merecidas). Simon Baker espantou meio mundo com esta nomeação - não gosto da série e não gosto dele. Kiefer Sutherland foi nomeado como Melhor Actor em Mini-Série ou Filme por esta temporada de 24, o que é estranho, uma vez que ele foi nomeado já por 6 vezes (e venceu uma vez) nesta categoria de melhor actor - drama. Foi nomeado todas as temporadas de 24. De qualquer forma, Kyle Chandler em Friday Night Lights, Edward Olmos em Battlestar Gallactica, Matthew Fox de Lost, Dennis Leary de Rescue Me, Michael Chiklis em The Shield... Havia melhores possibilidades.


MELHOR ACTRIZ - COMÉDIA

Tina Fey, 30Rock
Christina Applegate, Samantha Who?
Sarah Silverman, The Sarah Silverman Program
Julia Louis-Dreyfuss, The New Adventures of Old Christine
Toni Colette, The United States of Tara
Mary Louise Parker, Weeds


Um bom alinhamento. Applegate, Colette, Fey, Parker concordo plenamente. Applegate devia ganhar o trófeu até porque inexplicavelmente, depois de uma excelente 1ª temporada, a ABC decidiu cancelar a série (queda enorme das audiências) e Applegate o ano passado teria ganho não fosse Tina Fey. Too bad. Louis-Dreyfuss de volta com Old Christine, uma série que eu detesto e que não entendo como há pessoas que gostam (o mesmo com Two and a Half Men). Ganhou no 1º ano da série e colecciona a 4ª nomeação. Sarah Silverman deixou-me feliz ao ver que os Emmy afinal a consideram uma actriz de qualidade - e o programa é bastante bom. O choque para mim? Nenhuma das Desesperadas donas de casa de Wisteria Lane conseguiram ser nomeadas - e a verdade é que não percebo porquê. Eva Longoria tem ganho o amor dos críticos e Marcia Cross e Felicity Huffman são sempre excelentes. America Ferrara surpreendentemente também de fora.


MELHOR ACTRIZ - DRAMA

Glenn Close, Damages
Sally Field, Brothers & Sisters
Elizabeth Moss, Mad Men
Kyra Sedgwick, The Closer
Mariska Hargitay, Law & Order: Special Victims Unit
Holly Hunter, Saving Grace


Esta categoria irrita-me. Holly Hunter (teria ganho o ano passado não fosse a outra actriz vencedora de um Óscar estar também nomeada - falo de Glenn Close, sim! - mas até é merecido, ela tem uma boa interpretação). e Glenn Close (vencedora o ano passado e provável vencedora este ano também) eu consigo suportar. Sally Field é excelente e eu adoro-a mas Calista Flockhart foi MUITO melhor esta temporada que ela em Brothers&Sisters. Sem comentários. Elizabeth Moss é incrível em Mad Men mas eu acho que o papel dela é muito mais secundário do que principal. Falta aqui alguma das suas colegas de Mad Men, January Jones ou Christine Hendricks. Não percebo. Mariska Hargitay é um case-study: como é possível todos os anos ser nomeada e todos os anos os Emmy terem de arrumar com alguém com 1000x mais qualidade para a menina ser nomeada? Ai ai ai... Kyra Sedgwick a voltar com The Closer (merece). O esquecimento de Mary McDonnell por Battlestar Gallactica vai-me doer por muitos, muitos anos. Que roubo de igreja! Já para não falar de Ellen Pompeo em Grey's Anatomy que esta temporada trouxe o seu A-game para a série e foi simplesmente divinal de ver a sua transformação. E onde está também o amor para Anna Paquin em True Blood (vencedora do Globo de Ouro o ano passado)?


MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO - COMÉDIA

Kevin Dillon, Entourage
Neil Patrick Harris, How I Met Your Mother
Rainn Wilson, The Office
Jack McBrayer, 30Rock
Tracy Morgan, 30Rock
Jon Cryer, Two and a Half Men



Finalmente vamos ter Neil Patrick Harris/Barney Stinson (WHAT UP? LEGEN...(wait for it)...DARY!) a ganhar o trófeu. Yes! Piven caiu mal aos olhos dos seus pares com as cenas lamentáveis dos últimos tempos (romances com raparigas de 18-20 anos, etc) e não foi nomeado (ele que venceu 3 vezes nos últimos 3 anos). De resto, nada de surpreendente: Jon Cryer, Rainn Wilson e Kevin Dillon de novo nomeados e tínhamos de ter gente de 30Rock (competição para Patrick Harris) nomeada - eu achava que só Morgan ia conseguir mas a verdade é que McBrayer (que faz de Kenneth) também conseguiu, apesar do pouquíssimo tempo de antena de que dispõe na série. Os esquecidos? John Krazinski - again and again e eu não entendo porquê, o pessoal do Pushing Daisies, do Scrubs, Darby do Flight of the Conchords, Kirk em Weeds... Há alguns mas de modo geral este line-up satisfaz-me (Piven merecia estar aqui).


MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO - DRAMA

William Shatner, Boston Legal
Christian Clemenson, Boston Legal
Aaron Paul, Breaking Bad
William Hurt, Damages
Michael Emerson, Lost
John Slattery, Mad Men



Roubado aqui foi Justin Chambers que foi excelente toda a temporada de Grey's Anatomy (hey, se TR Knight conseguiu a nomeação não percebo como ele não consegue). William Shatner, nomeado já habitual (sem entender bem porquê), este ano trouxe o colega Clemenson - que já tem duas vitórias por esta série (mas como actor convidado, antes de se tornar regular). William Hurt e Aaron Paul merecidamente nomeados, podendo dizer o mesmo de John Slattery. Michael Emerson continua a ser o único actor de Lost que a Academia gosta (não sei bem porquê, porque a série é espantosa graças aos actores) - em especial Josh Holloway já devia ter sido nomeado, o Sawyer é demais. Pessoal de True Blood e de The Shield também podem ficar chateados com os Emmy, há gente que merecia mais que estes aqui...


MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA - COMÉDIA

Kristin Chenoweth, Pushing Daisies
Amy Poehler, Saturday Night Live
Jane Krakowski, 30Rock
Vanessa Williams, Ugly Betty
Elizabeth Perkins, Weeds
Kristen Wiig, Saturday Night Live


O melhor line-up da cerimónia, só Vanessa Williams destoa um pouco ali mas consigo viver com isso porque ela é muito boa na sua personagem em Ugly Betty. Nada a estragar aqui. Ok, Holland Taylor de Two and a Half Men, Elizabeth Perkins de Weeds, Jenna Fischer de The Office, Dana Delany de Desperate Housewives e Jean Smart de Samantha Who? talvez pudessem figurar entre estas senhoras. Mas eu não mexia nas outras 6 que ali estão.


MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA - DRAMA

Chandra Wilson, Grey's Anatomy
Rose Byrne, Damages
Sandra Oh, Grey's Anatomy
Cherry Jones, 24
Dianne Wiest, In Treatment
Hope Davis, In Treatment




O choque? O trabalho de Katherine Heigl esta temporada seria o suficiente para que ela merecesse um segundo Emmy (realmente a 5ª temporada foi só Izzie - aliás, o programa devia ter sido renomeado Izzie's Anatomy). Mas a guerra aberta com Shonda Rhimes, a sua retirada da corrida dos Emmy o ano passado por «não achar que tinha tido material de valor com que trabalhar», o ano de 2008 e de 2009 passado todo a choramingar feita menina birrenta, a mania de diva e até a sua própria mania de superioridade para com todos podem ter roubado a chance de ela alguma vez voltar a ser nomeada. É pena, merecia o Emmy este ano. Outro roubo egrégio foi a não-nomeação de Marcia Gay Harden por Damages em vez de Rose Byrne que é personagem principal. Sandra Oh e Chandra Wilson nomeadas DE NOVO, uma delas vai ganhar, a não ser que Dianne Wiest estrague as contas. In Treatment também conseguiu nomear Hope Davis e para dizer a verdade todas as actrizes secundárias da série podiam ser nomeadas, tal o valor das suas performances. Mais roubos? Rachel Griffits em Brothers&Sisters (eles não gostam mesmo da série), Christina Hendricks em Mad Men, Pounder em The Shield e que tal QUALQUER uma das actrizes (particularmente Elizabeth Mitchell) de Lost? É que não entendo por que razão não gostam dos actores mas adoram a série (e mesmo assim intermitentemente). E Candice Bergan também não foi nomeada por Boston Legal (ufa!)


MELHOR SÉRIE - COMÉDIA

Entourage
Family Guy
Weeds
How I Met Your Mother
The Office
30 Rock
Flight of the Conchords



Estupendamente feliz por How I Met Your Mother ter FINALMENTE algum reconhecimento, extremamente desapontado com o alinhamento porque, diga-se, Weeds e Entourage já viram bem melhores dias. Desperate Housewives também de fora (com aquela 4ª temporada não podiam querer mais... apesar de ter sido um retorno à forma antiga das primeiras temporadas). The Office e 30 Rock repetem - e ainda bem, uma vez que são os 2 melhores shows de comédia da televisão norte-americana. Flight of the Conchords também de novo nomeado. Mas irrita-me imenso que Family Guy tenha conseguido a nomeação, a 2ª nomeação de sempre para uma série animada (então e os Simpsons não são melhores? Que injusto!) Bom, o Seth McFarlane agora manda na FOX e deve ter andado a mandar cabazes de DVDs para as restantes estações televisivas. The New Adventures of Old Chirstine, Scrubs ou Curb Your Enthusiam deviam ter ficado com essa vaga. Oh well...


MELHOR SÉRIE - DRAMA

Damages
Dexter
House
Lost
Big Love
Breaking Bad
Mad Men


Aqui é que eu começo mesmo a ficar irritado. House já é nomeado por hábito, nem conta o valor da série, o que me chateia imenso. Esta temporada foi um fiasco. Ponto. Dexter e Lost conseguiram a nomeação, que é merecida. Mad Men obviamente também a ser nomeado - e é o provável vencedor. Breaking Bad a surpreender, tal como Big Love. Grey's Anatomy, Battlestar Gallactica e Friday Night Lights de novo arrumados da corrida - e eu não sei bem porquê. Já para não falar de True Blood que apesar de ser um pouco fora dos gostos da Academia não deixa de ser uma série excelente. Damages conseguiu a nomeação como era previsto - mas antes Damages que Boston Legal DE NOVO. Isso sim ia irritar-me. Surpresa: a queda de 24 depois de ter vencido o ano passado esta categoria (com mais 4 nomeações anteriores - portanto foi nomeado TODAS AS TEMPORADAS menos esta última) Mais coisas que me irritam: The Shield, In Treatment... Por que razão é que estes não surgem nos 7 nomeados? O aumento do nº de nomeados não corresponde a um aumento necessário de qualidade, como se vê (fica aqui a nota para os Óscares aprenderem...)


Peço desculpa pelo tamanho ENORME do texto mas é assim... Assim sempre têm com que se entreter enquanto a Sara vai cavar :)