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domingo, 17 de janeiro de 2010

Balanço da Década: Televisão


Vou começar por aqui o meu balanço da década, que se irá esticar um pouco até Fevereiro (uma vez que estou em época de exames)...


A verdade é que a televisão, nacional e internacional, nos proporcionou com belíssimos momentos esta década (2000-2009). Acompanhem-me então enquanto revejo os que são para mim os 20 pontos mais altos da televisão na primeira década do século XXI.




#10 - Concursos de cultura geral

Já tinham andado por cá mas com o sucesso que teve Quem Quer Ser Milionário? os programas de cultura geral começaram a aparecer de todo o género e feitio, alguns deles muito inteligentes (A Herança), outros nem tanto (Jogo Duplo), outros mal aproveitados (Sabe Mais que um Miúdo de 10 Anos?), a verdade é que o investimento feito pela RTP neles tem resultado até, com a televisão a atingir números de horário nobre que há muito não via, à custa de José Carlos Malato e, em menor medida, Jorge Gabriel. Mas não há ninguém com a classe de Carlos Cruz à frente de um dos maiores programas nacionais da década, Quem Quer Ser Milionário.





#9 - Friends e Desperate Housewives

Decidi realçar duas comédias do grupo grande de séries que eu tinha para falar, tudo porque estas séries são marcos da década por si só. Primeiro, Friends. A série que se estabeleceu como um sucesso no final dos anos 90 continuou a dar cartas à entrada da nova década, tendo atingido o seu fim em 2004. No entanto, continuou-nos a proporcionar imensas gargalhadas, momentos únicos e inesquecíveis e ainda hoje nos faz sentir, por vezes, a falta daquele grupo de amigos: Ross, Rachel, Joey, Phoebe, Chandler e Monica. É a comédia familiar da década e não há ninguém que possa dizer o contrário. E agora falando de Desperate Housewives... A série sobre as quatro donas de casa e as suas aventuras, sarilhos, problemas e discussões é tão original quanto divinal. Problemas e preocupações genuínas, laços de amizade e família tão bem traçados, a série marcou o panorama televisivo entre 2004 e 2006, altura em que caiu um pouco na qualidade. Ainda assim, fica para a história como a série com mais prémios ganhos num só ano.



#8 - Dramas Médicos

Foi nesta década que se assistiu de facto a um fenómeno sem precedentes. Os dramas médicos entraram no novo milénio em força e vieram para ficar. Entre 2000 e 2003 começaram a prometer aparecer em grande, mas nenhum deles pegou a sério (excepto Scrubs). Até que em 2004-2005 duas séries estrearam na televisão que mudaram tudo (arriscaria eu dizer para sempre). Estou a falar, claro, de House e de Grey's Anatomy. E os médicos nunca mais foram largados desde então. Hoje em dia, além destas duas e de Scrubs, temos Nurse Jackie, Trauma, entre outros... Até cá em Portugal virou fenómeno. Já repararam que a partir do ano 2002-2003, há sempre um médico em todas as novelas portuguesas?




#7 - Family Guy

A animação em geral conseguiu um avanço significativo, quer a nível de tecnologia, quer a nível dos argumentos, das situações e até do que é ou não permitido a uma série animada. E para isso muito contribuiu a estreia na FOX de Family Guy. Um formato aparentemente "family-friendly" com uma família da classe média igual a tantas outras mas que é completamente insana, desde o pai que devia ser internado numa instituição psiquiátrica à filha neurótica, ao filho lento, ao cão intelectual, ao bebé sobredotado e sociopata, até mesmo à mãe que é claramente bipolar. O que dá ainda mais piada à série é o facto de nos fazer rir à custa de situações do dia-a-dia que nos aconteceram certamente a todos mas que são hilariantemente exageradas na série, o que dá azo a situações muito caricatas. Obviamente que não passou só por Family Guy a reviravolta na animação (outros exemplos são Futurama, American Dad, South Park e mesmo os próprios The Simpson que se revolucionaram para o novo milénio) mas a verdade é que Seth McFarlane tem uma jóia que ele nunca mais vai conseguir igualar.







#6 - Concursos de Caça-Talentos Musicais

Não sei se repararam mas esta foi a outra moda que por cá passou esta década. Os concursos de talentos musicais. Operação Triunfo, Academia de Estrelas, Ídolos, Uma Canção Para Ti, Dança Comigo, Família Superstar, são tantos os nomes... Não é que seja uma ideia inovadora (nem é; desde há muito tempo que existem, Chuva de Estrelas, Os Principais e Cantigas da Rua vêm-me logo à cabeça) mas é talvez a maior fonte de rendimento dos canais generalistas esta década. O Ídolos assegurou à SIC a luta pelas audiências em 2005-2006 quando a estação estava a cair na ruína, a Operação Triunfo e Dança Comigo ajudaram a RTP1 a subir na credibilidade dos espectadores e Uma Canção Para Ti ajudou a TVI a cimentar a sua popularidade junto de todas as faixas etárias. Como se vê, fulcrais. O fenómeno é também evidente lá fora, com a popularidade de programas como American Idol, Britain's Got Talent, The X Factor, Dancing with the Stars e So You Thing You Can Dance?





#5 - Reality TV (Big Brother)

Foi nesta década que também soubemos apreciar o poder da "reality television" e o seu expoente máximo foi, sem dúvida, o Big Brother. Este programa, que consistia em vigiar 12 indivíduos trancados numa casa durante cerca de 3 meses foi quem catapultou a TVI para números de share nunca antes imaginados. O povo ficou em êxtase e aos poucos o quarto canal estava a construir a sua imagem de marca. Depois foi triste ver a sobre-exploração do conceito com a criação de espécie de "spin-offs" com 1ª Companhia e Quinta das Celebridades e Big Brother Famosos. Mas não foi só em Portugal que se explorou muito nesta área. Além de Big Brother, Extreme Makeover, While You Were Out (que nós temos cá em Portugal como Querido Mudei a Casa), Survivor, Top Chef, Project Runway, The Amazing Race, America's Next Top Model e muitos outros fazem as delícias dos telespectadores. São pessoas como nós que lá estão, o que ajuda a explicar em grande parte a sua enorme popularidade.



#4 - Clássicos Esquecidos

De vez em quando lá vem uma série que a crítica adora e considera das melhores coisas que já se viu mas que nunca é adorada pelas cerimónias de prémios. São normalmente séries que são instantâneos clássicos contemporâneos mas que por uma razão ou por outra nunca caíram bem aos júris desses prémios. É o caso de Dexter, de Battlestar Galactica, de Friday Night Lights, de The Wire, de The Shield e, a um nível menor, Lost e True Blood. De Lost nem nos podemos queixar muito pois ganhou muitos prémios pela sua primeira temporada. Isto principalmente porque era um formato original na TV e que surpreendeu muita gente. O problema foi que a qualidade das temporadas seguintes não baixou mas aparentemente o amor pela série sim. Ela deixou de simplesmente coleccionar prémios e apesar de algumas nomeações e a enorme popularidade entre fãs e críticos, só este ano voltou a ganhar um prémio (Emmy para Emerson, actor secundário). Dexter é outro caso peculiar. Sempre abraçado pelos fãs e críticos, frequentemente nomeado mas nunca reconhecida. Battlestar Galactica e Friday Night Lights é pior. São ambas ridiculamente excelentes séries, com grandes interpretações, que críticos e fãs amam, mas que nunca encontraram lugar no coração dos júris destes prémios para sequer serem nomeados. Mais uma série a juntar ao grupo: Prison Break. Enfim. Só o facto de coisas assim existirem na televisão para podermos todos ver já vale a pena...





#3 - Efeito Joss Whedon e Josh Schwartz

Além de Seth McFarlane (e de Alan Ball, que falarei mais à frente) outros dois nomes marcam, para mim, esta década. São eles Josh Schwartz e Joss Whedon. O primeiro é o rei dos dramas "teen", o segundo é de quem toda a gente se lembra quando se fala em revolução na televisão. Josh Schwartz entrou nas casas mundiais com a série The O.C. que provou ser um sucesso a larga escala e assegurou, nos seus primeiros tempos, um lugar nos píncaros dos dramas do seu género, logo entre Beverly Hills e Dawson's Creek. A série que falava dos dramas do quarteto Ryan-Marissa-Seth-Summer teve duas primeiras temporadas excepcionais, com qualidade dramática e comédica que a grande maioria das séries de televisão nunca chegam a alcançar. Não obstante, a série acabou à 4ª temporada mas Schwartz não parou. Estreou Chuck e novo sucesso surgiu. Depois sucedeu o mesmo (e de novo, a uma escala imprevisível entre a camada jovem - e não só!) com Gossip Girl. Já Joss Whedon entrou no novo milénio com uma reputação imaculada por ter sido ele a criar o drama "teen" mais alternativo que já alguém tinha visto. Buffy ia na sua quarta temporada ao chegar ao ano 2000 e continuou a mostrar selo de qualidade, que ainda não estava acabada. Acabou em 2003 contra a vontade de muita gente mas porque Whedon decidiu que não conseguia fazer mais por Buffy e companhia. A verdade é que pegou nalgumas das suas "storylines" de Buffy e criou Angel, que fez de David Boreanaz uma estrela da televisão. Depois, seguiu-se Firefly. E finalmente chegamos a Dollhouse que apesar de ter fracassado na primeira temporada, está agora a revelar todo o seu potencial. No fim das contas, vem agora a provar-se que ele é quem tinha razão: os vampiros são populares. Que o digam True Blood e Twilight.





#2 - Comédias Brilhantes e Todas Diferentes

Quer se queira quer não, a década foi dos dramas. Muito drama para dar e vender de todas as formas e feitios possíveis e inimagináveis. No entanto, quem surpreendeu mais foram as comédias. Todas elas diferentes, refrescantes, originais, todas elas fazem rir, mas cada uma à sua maneira. São muitas, mas optei por realçar: Weeds (quem mais se lembraria de fazer uma comédia com uma dona-de-casa obrigada a vender droga para se sustentar?), 30 Rock e Arrested Development (o conceito-base é o mesmo mas não deixam de ser as comédias da década, falam do processo de criação de uma série de TV, a diferença estando no foco, que em 30 Rock é numa personagem apenas, enquanto que em Arrested Development todas as personagens são igualmente importantes e marcantes), The Office (primeiro o britânico, depois o americano, geniais ambas), How I Met Your Mother (comédia jovem e refrescante que envolve a história de como alguém conheceu a mulher da sua vida mas na verdade conta as diversas peripécias dele e do seu grupo de amigos - muito à la Friends, mas que criou a maior personagem que a televisão esta década conheceu - Barney Stinson!), Glee (uma comédia musical? Ai, fui para o céu!), Modern Family (a primeira comédia que envolve famílias que não é irritantemente aborrecida - Frasier, Two and a Half Men, estou a falar convosco!). Todas elas, brilhantes.




#1 - Dramas de Peso

Finalmente e como já disse, a década foi dos dramas. Já falei de alguns, mas estes tenho que ressalvar. Além de serem clássicos, de terem sido multiplamente premiados e de serem, de facto, marcos na televisão esta década, são séries que vão ficar para sempre e que daqui a muitos anos ainda servirão de referência para comparação. Estou a falar, é claro, de Os Sopranos, de Mad Men e de Six Feet Under (Sete Palmos de Terra). Três dramas com "storylines" estilizadas, muito autênticas, muito poderosas, que vieram mudar para sempre a forma como se fazem dramas em televisão. Quem poderá esquecer os problemas domésticos da família Soprano e da sua rede de máfia, ou as discussões da família Fischer e da sua funerária, ou ainda agora, nos tempos de hoje, quem pode dizer que Mad Men não é a coisa mais fascinante que já viu na televisão? Também pudera, têm por trás dois grandes criadores: Matthew Weiner criou Os Sopranos e Mad Men e Alan Ball junta True Blood e Six Feet Under ao argumento premiado de American Beauty. Homens com ideias formidáveis, não? Sobretudo, estas são as histórias que fazem ver televisão valer a pena . São coisas destas que nos deixam uma marca indelével para sempre.

Ficam aqui com os genéricos (brilhantes também!) das três séries:
Six Feet Under:




The Sopranos:




Mad Men: AQUI (o YouTube não tem permissão para deixar colocar)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cancelamento do Jornal Nacional de 6ª da TVI




Como eu gosto sempre de estar actualizado e de vos deixar actualizados - sempre pode haver pessoas neste país que ainda não saibam o escândalo que está a abalar a TVI - vou deixar-vos aqui com alguma informação acerca deste assunto.


Facto 1: Bom, toda a gente sabe que a TVI é, antes de mais, a televisão que adora dizer mal do governo, que faz frente ao governo, que não é controlada pelo governo e tudo o mais. Ou pelo menos, é isso que eles gostam de fazer passar.

Outra coisa: toda a gente sabe também que a TVI é a televisão do escândalo, da podridão, das notícias sensacionalistas, das notícias exageradas e falseadas. Também aqui nada de estranho.

Mais uma coisa: toda a gente sabe que este Jornal Nacional de 6ª dá muito «share» que é o que se quer, porque o povinho gosta destas notícias e gosta de gente que encontre podres no actual governo. Mas será que ia durar muito tempo? É que no futuro, onde é que a TVI ia continuar a encontrar notícias? Já não explora demais o submundo político agora como as coisas estão? Parece-me que a única solução era começar na base dos rumores, dos factos falseados e dos boatos. E obviamente que perdia credibilidade.

E ainda mais uma coisa: A TVI é controlada por um grupo espanhol, a Prisa/Media Capital, que certamente investiu neles porque viu uma excelente oportunidade de negócio e porque certamente sabe que a TVI é a televisão portuguesa que actualmente controla a maior fatia do «share» do primetime. E é também óbvio que se eles consideravam que iriam perder audiência e credibilidade com este Jornal, é óbvio que eles o iam acabar por cancelar. Daí que não perceba tanto choque. E obviamente não percebo tanto alarme. E é ainda mais óbvio que não percebo a razão de tanta demissão.

Claro que repudiam o que a administração fez. Não foi correcto. Não agiram da melhor forma. A decisão vir de cima, além de dar um ar altamente autoritário, põe um pouco em causa a qualidade dos serviços de informação da estação. A administração não pode pensar que o poder que tem lhe serve para ordenar coisas do género sem dever explicações a ninguém. E por isso é que todas estas reacções são admissíveis. Incorrectas. Mas admissíveis.

Gostaria ainda de vos relembrar outra coisa: a TVI, quando é notícia a nível nacional, nunca é por boa coisa. Lembram-se do ridículo «caso Marcelo»? Bem tem razão o Sr. Miguel Sousa Tavares (deve ser a única vez, mas vá lá). A TVI tem de ter mais cuidado com a imagem que passa de televisão sensacionalista e provocativa ou corre sérios riscos de todo o seu serviço informativo ser ridicularizado (já não é, pergunto eu?).

Finalmente, a última coisa: Para meter mais lenha na fogueira, a nossa querida (e agora desempregada) Manuela Moura Guedes veio à TSF declarar que o programa desta semana seria sobre o «caso Freeport». Lógico que tais afirmações vieram incendiar o Parlamento e os líderes parlamentares. E não só.

Azeredo Lopes, presidente da ERC (Entidade para a Regulação da Comunicação Social), diz:


"A decisão que foi hoje tornada pública e tomada pela administração da TVI" de cancelar o jornal de sexta do canal televisivo foi "absolutamente inaceitável e de uma total ausência de sentido de oportunidade com uma consequência objectiva de interferência num processo eleitoral".


E já agora, alguém quer adivinhar quais os 2 partidos que vieram logo a público comentar a situação? Pois é, nem precisam de adivinhar.

A primeira foi Helena Pinto, deputada do BE (Bloco de Esquerda):


"O que tivemos hoje faz-nos lembrar um episódio que ocorreu durante o Governo PSD e CDS-PP na mesma estação de televisão que levou ao afastamento de Marcelo Rebelo de Sousa porque os seus comentários incomodavam o Governo da altura. As pressões foram imensas e resultaram exactamente no seu afastamento", disse. Considerou que o cancelamento do Jornal Nacional da TVI é "estranho" e adiantou que "tem que ser totalmente explicado",tendo em conta o "contexto especial" em que ocorreu. "A suspensão do Jornal Nacional que nada previa que acontecesse tem lugar num contexto muito especial marcado pelo facto do primeiro-ministro ter escolhido como alvo de críticas este programa e esta estação de televisão e, por outro lado, ocorre a três semanas de se realizarem eleições importantíssimas no país", sublinhou.

O outro foi Paulo Portas, líder do CDS-PP (Partido Popular):

O líder do CDS-PP considerou hoje evidente que o cancelamento do Jornal de Sexta da TVI foi "ordem socialista" que classificou como um "acto de censura" que afecta a liberdade de expressão.

"Parece evidente que se trata de um acto de censura a três semanas das eleições. É uma ordem socialista através do seu aliado, a PRISA. É uma ordem vinda de Espanha mas que afecta directamente uma liberdade essencial dos portugueses", declarou Paulo Portas.

E o PS também tinha de vir comentar:


O PS exigiu hoje uma explicação "cabal" da administração da TVI pela decisão de suspender o Jornal Nacional de sexta-feira, coordenado pela jornalista Manuela Moura Guedes, considerando-a "incompreensível" em período de campanha eleitoral.

A posição dos socialistas foi assumida em conferência de imprensa por Augusto Santos Silva, já depois de a direcção de informação da TVI se ter demitido em consequência da decisão da administração desta estação de televisão.

"A decisão da administração da TVI é completamente incompreensível, seja em si mesmo - visto que não há qualquer explicação pública sobre os seus fundamentos e razões -, seja pelo tempo em que ocorre, porque estamos em período eleitoral e desvia a atenção dos portugueses da avaliação das propostas apresentadas pelos partidos", sustentou o ministro dos Assuntos Parlamentares.


Se o Jornal Nacional de 6ª ia apresentar informação importante sobre o envolvimento de José Sócrates no Caso Freeport e afins, eu não sei. Também não sei o fundo de verdade que muitas notícias que circulam aí (muitas da TVI) têm. Mas sem dúvida que tenho de dar mais crédito a quem está no governo do que a quem quer destabilizá-lo. Este aproveitamento por parte do CDS e do BE da situação só mostra que nesse aspecto são ainda muito verdes.

Têm de fazer como a Manela, ir para a televisão pública insultar e acusar o Sócrates. É muito mais chique e muito mais frívolo. Hão-de experimentar. Aquela mulher tem classe.

Olha eu não me preocupo muito porque nunca vi o Jornal Nacional de 6ª. Aliás, tenho profundo ódio pelos jornais nacionais. Costumo ver Sky News, BBC News e, para saber das notícias do burgo, vejo a SIC Notícias e muito mais raramente a RTPN. Por tudo isto esse escândalo passa-me ao lado.

Deixo-vos
AQUI, em última instância, um excelente artigo de um bloguista nacional coninbricense com qual opinião eu concordo. Se quiserem saber mais sobre este famigerado assunto, vão ao Google e pesquisem. Têm toneladas de artigos ao vosso dispor.