sexta-feira, 6 de junho de 2008

Cidade Perdida?

Bem.. estava eu a fazer um belo trabalho sobre Oliveira city quando constatei que já havia programa das festas de La-Salette!!!!

Pois meus caros, em 1a mão, cá ficam as revelações.. Sinistras... muito sinistras...


Data: 03 - 11 Agosto 2008
Novidades: Festival de Tunas :o dia 5 (para criaturas como eu irem para lá loool)

O belo do festival de Folclore:

Grupo Folclórico «As Padeirinhas de Ul», Grupo Musical Macinhatense, Rancho Etnográfico de Vila Praia de Âncora e ainda de dois grupos oriundos de França e Itália.

Nota: programa possível, com orçamento disponível

«Vamos tentar proporcionar um calendário de qualidade mas sem perder de vista a redução dos custos», assinalou o responsável pelas festividades.

O primeiro dia é preenchido com uma manhã dedicada inteiramente ao desporto, destacando-se o torneio do Clube de Ténis de Azeméis, a caminhada pedestre «Ver La Salette» e o Grande Prémio de Atletismo La Salette.

Em termos musicais sobressai o encontro de tunas universitárias (dia 5), uma noite de fados (dia 7), a actuação de Micaela, no dia oito, e o festival internacional de folclore no sábado, dia 9.

O programa religioso ficará marcado com a Procissão das Velas (dia 3) e a Procissão do Triunfo, no dia 10. As Festas encerram no dia seguinte com a tradicional tarde de merendas, animação nocturna e sessão de fogo de artifício.

«Queremos que as festas continuem a ser uma referência porque são uma romaria importante e com forte implantação na região», assinalou o dirigente, não deixando de elogiar a «gestão rigorosa» da comissão de festas numa altura de «restrições económicas».
(Hermínio Loureiro)

«As últimas comissões têm trabalhado com muito rigor, não prescindindo de proceder à angariação de fundos através do peditório», realçou o presidente da Fundação La Salette, lembrando para «a necessidade de se compatibilizar os festejos com a preservação do parque».

«Temos de ter a noção de que nalguns momentos há excessos que não ajudam em nada a manter e a preservar a qualidade que todos nós desejamos para o parque», apelou Hermínio Loureiro.

http://www.cm-oaz.pt/?lop=artigo&op=19ca14e7ea6328a42e0eb13d585e4c22&id=2bd7f907b7f5b6bbd91822c0c7b835f6

Sinistro qb?!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Reflexão perdida

Bem, para que este blog continue vivo, jovem e dinâmico...


Ora, mil anos é pouco para a estrela do mar :p e 3 dias tb..


"Se quem fui é enigma,
E o que serei visão,
Quem sou ao menos sinta
Isto no meu coração."

FP

O drama da identidade: quem fui? quem serei? quem sou?

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Música Perdida

Pronto, eu disse, tá cá.. Ninguém arriscou.. e eu fiquei na dúvida..

Não sabia.. entre tantos..
Mas esta e 5 *..


(Como não dá para ler... a letra normal...)

"Eu lembro-me de tocar campainhas

Debaixo de olhares desconfiados de vizinhas

D'ouvir vozinhas, por entre cortinas

De janelas fechadas, a gera toda cá em baixo,

À espera de mais alguém que descesse as escadas.

Percorrer entradas, estradas mal iluminadas,

Baforadas, pelas ruas marcadas

Com tags de marcadores em caixas de electricidade

Num canto poeirento da cidade, que deixa muita saudade

E dá vontade de esquecer, o que se tem pra fazer,

E o que se tem pra ganhar, só pra não se perder

Só para recordar esta gente que sente,

De maneira diferente,o que esta gente sente.

Velha escola, já lá vai um tempo desde então,

E o que são km ou anos de união

A minha mão sempre se dá a quem ma dá a mim

O tempo não apaga sentimentos assim

São recordações, são memórias, são vidas

Ligadas por páginas mesmas, escritas e lidas,

Não sãp fitas, nem filmes, esta merda é real

Um abraço para os que reconhecem este historial.

Esta gente sente, de maneira diferente,

O que esta gente sente.

O que é que sentes sobre a gente que está à tua volta

Sobre o ambiente que rodeia toda a tua vida

Sobre as coisas que tu achas que te fizeram, que te moldaram

Deixaram com histórias pra contar, pra lembrar

Isto faz-me pensar em coisas que não vão mais voltar

Caga pró que dizem, tens é que aproveitar

Foi o que fiz, e sou feliz, porque foi o que quis

Quando chegou a altura certa pus os pontos nos i's

Dono do meu nariz, mesmo por um triz

Directamente da raíz, da memória vivida

D'uma história sentida, do tempo que passou

Do quanto se fechou, enquanto eu estou...

Debaixo de postes em lusc-fusc'arrastar sombras

No chão o pelotão, pelas esquinas a coçar a comichão

Nas costas ninguém fala, à lei da bala

Ninguém chiba, pacto d'honra, jurado até à vala

Luas cheias e chuvas fortes ou tardes de sol

Enfiados em buracos místicos, para saciar a fome

De rimar, juntos estar, conversar,

Ideias trocar, por falar nisso, tá a girar

Mais um pensamento disperso, reminiscente

Em modo reverse, o espírito nostalgico sente

O cansaço dos paralelos calcados, dias gastos

Abraços dados, despedidas tipo letras de fados

Versos trocados, tantos, momentos bons que tenho

Amanhã posso deixar o mundo, de nada m'envergonho

Não é um grupo, nem são amigos, são irmãos,

De mãe diferente, esta gente, a minha gera realmente."

Mind da gap - Esta gente sente


Espero que consigam ler.. :p corri o mundo à procura dela..

Os comentários ficam pra vocês...
*

Música Perdida

Bem, depois de várias solicitações, vai haver uma mudança de autor.. esta será a última música do Jorge Palma que cá ponho (até amanhã ... ahahahha)..

Como tinha dito no outro post, vou colocá-la cá.. mais logo, haverá uma variação de artista.. uhuh.. de volta.. à base... há palpites?! :p

"Só a ela obedeço ... só ela sabe quem sou" - do post de ontem...

"Numa noite em que o céu tinha um brilho mais forte
E em que o sonho parecia disposto a não vir
Fui estender-me na praia sozinho ao relento
E ali longe do tempo acabei por dormir

Acordei com um toque suave de um beijo
E uma cara sardenta encheu-me o olhar
Ainda meio a sonhar perguntei-lhe quem era
Ela riu-se e disse baixinho: estrela do mar

Sou a estrela do mar só a ele obedeço
Só ele me conhece só ele sabe quem sou
No princípio e no fim
Só a ele sou fiel e é ele que me protege
Quando alguém quer á força ser dono de mim

Não sei se era maior o desejo ou o espanto
Só sei que por instantes deixei de pensar
Uma chama invisível incendiou-me o peito
Qualquer coisa impossível fez-me acreditar

Em silêncio trocamos segredos e abraços
Inscrevemos no espaço um novo alfabeto
Já passaram mil anos sobre o nosso encontro
Mas mil anos são poucos ou nada p'ra estrela do mar

Sou a estrela do mar só a ele obedeço
Só ele me conhece só ele sabe quem sou
No princípio e no fim
Só a ele sou fiel e é ele que me protege
Quando alguém quer á força ser dono de mim"

Estrela do Mar - Jorge Palma

Música sinistra? digam-me vocês...
dormir na praia... e acordar com a estrela do mar?
só ele me protege quando alguém quer à força, ser dono de mim?
Maior o desejo ou o espanto? Mas.. já foi há mil anos.. coisa pouca..

* te loguinho ahahah

domingo, 1 de junho de 2008

Música Perdida - comentário

Pronto Pronto.. amanhã ponho a música da mensagem de hoje, que disse que punha.. e partimos pra outro criaturas maldosas :p ahhah *

Música Perdida

"Deixa-me rir
Essa história não é tua
Falas da festa do sol e do prazer
Mas nunca aceitaste o convite
Tens medo de te dar
E não é teu o que queres vender

Deixa-me rir
Te nunca lambeste uma lágrima
Desconheces os cambiantes do seu sabor
Nunca seguiste a sua pista
Do regaço á nascente
Não me venhas falar de amor

Pois é , pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer segunda-feira

Deixa-me rir
Tu nunca auscultaste esse engenho
De que que falas com tanto apreço
Esse curioso alambique
Onde são destilados
Noite e dia o choro e o riso

Deixa-me rir
Ou então deixa-me entrar em ti
Ser o teu mestre só por um instante
Iluminar o teu refúgio
Aquecer-te essas mãos
Rasgar-te a máscara sufocante

Pois é , pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer segunda-feira"

Deixa-me rir - Jorge Palma
Pergunto-me: Quem não tem máscaras sufocantes?
Pois é, Pois é...
"Só a ela obedeço ... só ela sabe quem sou" - fica para amanhã.. quem souber qual é.. manifeste-se :p
E o Contador ganhou o Giro de Itália, como eu tinha dito.. hahah
Mas a camisola rosa ficava-lhe bem :p
Só se safam de comentários ao Tour se eu não tiver cá..
*

Música Perdida

Hoje... não houve coicidências.. excepto na questão de eu ontem dizer: ah, hoje só me faltava aparecer ______ (uma dita cuja personagem)... Diga-se que foi a 1a pessoa conhecida que vi hoje de manhã.. Sinistro..Mas..

"Põe-me o braço no ombro
Eu preciso de alguém
Dou-me com toda a gente
E não me dou a ninguém
Frágil
Sinto-me frágil

Faz-me um sinal qualquer
Se me vires falar de mais
Eu às vezes embarco
Em conversas banais
Frágil
Eu sinto-me frágil

Frágil
Esta noite estou tão frágil
Frágil
Já nem consigo ser ágil

Está a saber-me mal
Este whisky de malte
Adorava estar in
Mas estou-me a sentir out
Frágil
Eu sinto-me frágil

Acompanha-me a casa
Já não aguento mais
Deposita na cama
Os meus restos mortais
Frágil
Eu sinto-me frágil"

Frágil - Jorge Palma

Ora bem,
Precisar de alguém.. mas não se dar.. parece-me familiar...
Conversas banais.. tipo muitas que por aí andam.. prtt, já sabem... Sinais!
E nem o whisky resolve.. problemas graves portanto..
Quanto aos restos mortais.. sim, na cama ficam bem.. a não ser que...

"queiras reencontrar-me, noutra esquina qualquer..."

Sinistro? Pudera, o mundo tá perdido, e amanhã acaba o Giro...
*

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Música Perdida

Ahahahha

Passo a explicar: eu postei a música 1, porque acordei com ela... E pensei, amanhã posto a Olá.. entretanto a Daniela comenta, e põe a Olá..

Depois pensei, sexta, ponho o bairro do amor.. e a Vanessa comenta, com o Bairro do Amor.. Sinistro hein?

Mas depois do último dia de aulas.. depois do VOJO ter falado comigo (!); de tar a desenvolver uma bd sinistra.. de ter uns desenhos secos do André pra por aqui...

Deixo a Letra bela e amarela... hahah

"No bairro do amor,
A vida é um carrossel,
Onde há sempre um lugar,
Pra mais alguém...

O bairro do amor,
Foi feito a lápis de cor,
Por gente que sofreu,
Por não ter ninguém...

No bairro do amor,
O tempo morre devagar,
Num cachimbo a rodar,
De mão em mão...

No bairro do amor,
Há quem pergunte a sorrir,
Será que ainda cá estamos,
No fim do Verão?

Epáh, deixa-me abrir contigo,
Desabafar contigo,
Falar-te da minha solidão...
Aii, é bom sorrir um pouco,
Descontrair um pouco,
Eu sei que tu compreendes bem...

No bairro do amor,
A vida corre sempre igual,
De café em café,
De bar em bar...

No bairro do amor,
O sol parece maior,
E há ondas de ternura,
Em cada olhar...

O bairro do amor,
É uma zona marginal,
Onde não há prisões,
Nem hospitais...

No bairro do amor,
Cada um tem que tratar,
As suas nódoas negras,
Sentimentais...

Epáh, deixa-me abrir contigo,
Desabafar contigo,
Falar-te da minha solidão...
Aii, é bom sorrir um pouco,
Descontrair um pouco,
Eu sei que tu compreendes bem..."

Bairro do amor - Jorge Palma
Quando ele canta com o Vicente parte tudo...

Portanto.. amor.. cor.. gente que sofreu por não ter ninguém.. mas há sempre lugar pra mais alguém...
Voltamos à questão: Pra onde vamos?! Quando?!
Não há hospitais, portanto cada um cuida de si.. se bem que, às xs, há amigos belos e amarelos que ajudam nisso.. ahah
E o refrão.. diz tudo =)

* Cá estamos nós - perdidos - outra x...

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Música Perdida

Eu prometi, disse que seria a próxima...
Convinhamos que é uma das minhas músicas preferidas..
E as pessoas estavam com pressa que a escavação arqueológica acabasse porque lá ia passar a Volta a Portugal... Que riso..
Ah, e comecei, na aula propicia a essas andanças, uma nova BD... muito sinistra por sinal...

Ora.. E.. Cá fica a música...

"Olá,
Sempre apanhas-te o tal comboio?
Eu já perdi 2 ou 3...
Entre o ósseo e as esquinas.
Ganhei o vício da estrada.
Nesta outra encruzilhada,
Talvez agora a coisa dê!
O passado foi à história!
Cá estamos nós outra vez...

Conheço a tua cara, mas não sei o teu nome.
Escrevo já aqui, não sei o quê @.com.
Eu vou-te reencontrar noutro bar de estação...
Ou talvez quando perder mais um avião!
O barco vai de saída, tu estás tão bronzeada,
É tão bom ver-te assim ardente, tão queimada...

Eu quero reencontrar-te noutra esquina qualquer...
Sem saber o teu nome, se ainda és mulher.
Quero reconhecer-te e beber um café.
Dizer-te de onde venho e perguntar-te porquê!
Sorrir-te cá do fundo e subir os degraus...
Eu quero dar-te um beijo a 50 e tal graus...

Quero reencontrar-te noutra esquina qualquer...
Sem saber o teu nome e se ainda és mulher.
Quero reconhecer-te e beber um café.
Dizer-te de onde venho e perguntar-te porquê!
Sorrir-te cá do fundo e subir os degraus...
Quero dar-te um beijo a 50 e tal graus...

Sempre apanhas-te o tal comboio?
Eu já perdi 2 ou 3...
Entre o ósseo e as esquinas.
Ganhei o vício da estrada.
Nesta outra encruzilhada,
Talvez agora a coisa dê!
O passado foi à história!
Cá estamos nós outra vez...
Cá estamos nós outra vez..."

Olá (Cá estamos nós outra vez)

Confesso que esta música não consigo comentar...
O passado foi à história..
*

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Música Perdida

Porque eu hoje, em vez de acordar com Lusitanos que vivem à espartana e cortam a mão direita dos prisioneiros como sacrificio ao Ares, acordei com esta bela música do Jorge.. E como me falaram dele.. E como faltava ele neste blog.. Dou inicio aqui a uma nova crónica: Música Perdida, no Blog mais perdido à face da terra, consultado até em testes..

Meus amigos.. é pró que está, e não altera...

"Justina e Baltazar encontraram-se à beira do rio
um estava sem calor e o outro mesmo cheio de frio
passou um cardume de lume que o engalfinhou
Justina e baltazar encontraram-se à beira do rio

A Cleia e o Montolivo andavam por Avinhão
estavam ambos à espera do próximo avião
um ia para Alexandria, o outro não sabia
Cleia e Montolivo andavam por Avinhão

No hemisfério do sul, um mosquito deu à asa
e uma criança nasceu sem saber que não tem casa
um objecto voador bem identificado
leva cento e tal pessoas de volta ao lar,
há-de lá chegar, hum, há-de lá chegar
com toda a certeza, há-de lá chegar!

Justina e Baltazar, a Cleia e o Montolivo
juntaram-se nas docas, beberam alguns digestivos
alguém tinha à disposição um belo apartemã
ninguém sabia com quem estava quando chegou a manhã
ninguém sabia quem era quando chegou a manhã..."

Quarteto da Corda - Jorge Palma

Portanto, temos 2 senhores à beira do rio, com problemas climáticos...
Mais 2 com indecisões: Pra onde vamos?! Porque que cá estamos?
Debatemos a seguir os mosquitos, a questão da criança que nasce sem saber que não tem casa, e o destino.. o destino dos aviões.. insisto: Pra onde vamos?
Pro Jorge, beber ajuda, sempre nos esquecemos das coisas.. mas.. pra onde vamos?
*