segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
O orçamento e a cultura..
Artigo de Campos e Cunha "Orçamento em tempos de crise"
... "Outra sugestão de despesa é a exploração e a pesquisa de zonas arqueológicas cuja existência é conhecida, mas sobre as quais nada se sabe. Dizia-me um amigo americano que Portugal tem um potencial arqueológico absolutamente ímpar no mundo. Temos de tudo um pouco, temos paleolítico, celta, fenício, romano, bárbaro, árabe, etc. A nossa melhor estação arqueológica é Conímbriga e nem essa está integralmente estudada. Mas o abandono do Cromeleque dos Almendres, de Foz Côa, dos castros,
das mamoas, das vastas e inúmeras ruínas romanas faz dó. Há arqueólogos, historiadores, botânicos, zoólogos... no desemprego. Há pequenas obras para pequenos centros explicativos que tornariam pequenas empresas de construção viáveis. Etc, etc. O país ficaria mais atraente para o turismo de qualidade, que não o é, criávamos
emprego e não hipotecávamos o futuro, pelo contrário.
Uma terceira sugestão (bastaria copiar dos espanhóis) é aumentar o orçamento da Cultura. Durante os próximos dois anos, pelo menos, é natural e esperada uma
crescente dificuldade em obter apoio mecenático das empresas para as actividades das instituições culturais e para continuar a comprar obras de arte para as colecções
nacionais. Por outro lado, deverão aparecer boas peças de arte a preços excepcionalmente baixos, que deveríamos aproveitar, pois Portugal é paupérrimo em
colecções de arte. O Orçamento para 2009 faz exactamente o contrário.
Estes exemplos, entre muitos, são despesas que podem ter consequências quase imediatas na economia, que melhorariam significativamente a qualidade de vida dos
portugueses e com elevado impacto no emprego. Mais ainda, porque são pequenos
projectos, não criam problemas orçamentais a prazo, porque são limitados no tempo."
Diria eu, ideias não faltam.. Falta apenas quem as aplique..
Confesso que ver a arqueologia e o património como fonte de resolução deste dito problema teria a sua piada.. Obrigaria muita gente das ditas "ciências exactas" ou melhor, que não se formam em cursos das Faculdades de Letras reconhecerem que afinal esta área científica "serve, afinal, para alguma coisa"..
Lá se iam as frases do tipo "Estudar o passado não interessa. Temos é que estudar o futuro".
Pois, Património por estudar não falta.. Claro que associar a vertente turistica e comercial demasiado aos sitios me parece ligeiramente perigoso.. Mas o equilíbrio sempre foi uma boa solução, tudo qb.
Parece que nem toda a gente acha que a cultura é um bichinho que só serve para comer dinheiro sem dar algum retorno..
Mas.. é este o pensamento que reina nos ditos "homens do futuro"..
"Portugal, Portugal.. enquanto ficares à espera, ninguém te pode ajudar.."
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Música Perdida - outra vez :)
Antes que haja dramas e horrores com Latim, mais uma bela e amarela música perdida..
E nisto, mais uma estranha reflezão.. depois de uma semana estranha.. com visitas inesperadas.. ;)
Bem, e, pra não variar - Não tarda é Natal.. Seja lá o que for que isto signifique pra maior parte das pessoas..
Eis..
Jorge Palma, Passeio dos Prodígios
(Nota: a música do filme do Pedro que anda por aqui algures..)
Vamos lá contar as armas
tu e eu, de braço dado
nesta estrada meio deserta
não sabemos quanto tempo as tréguas vão durar...
há vitórias e derrotas
apontadas em silêncio
no diário imaginário
onde empilhamos as razões para lutar!
Repreendo os meus fantasmas
ao virar de cada esquina
por espantarem a inocência
quantas vezes te odiei com medo de te amar...
vejo o fundo da garrafa
acendo mais outro cigarro
tudo serve de cinzeiro
quando os deuses brincam é para magoar!
Vamos enganar o tempo
saltar para o primeiro combóio
que arrancar da mais próxima estação!
Para quê fazer projectos
quando sai tudo ao contrário?
Pode ser que, por milagre,
troquemos as voltas aos deuses
Entre o caos e o conflito
a vontade e a desordem
não podemos ver ao longe
e corremos sempre o risco de ir longe demais
somos meros transeuntes
no passeio dos prodígios
somos só sobreviventes
com carimbos falsos mas credenciais.
Tecto do Castelo de Alcácer do Sal, 2008
Um espirito de equipa, um deserto e uma senhora insegurança.. a fugacidade do tempo e companhia..
Portanto empilhar razões pra lutar - haja motivação.. Se bem que há vitórias.. e derrotas.. Há que estar preparado..
Ora os fantasmas.. coisinha complicada.. Pois que estão lá, temos medo.. mas não vamos reconhecer essas fragilidades :p
"Quantas vezes te odiei com medo de te amar" - mas temos cinzeiros pra tudo...
Pois é, o tempo é relativo.. corre.. voa.. e há quem fique a vê-lo passar..
Vamos lá arriscar a apanhar os comboios.. E bem, se andarmos todos na lua como eu, apanhamos literalmente os comboios errados ;)
Não sei lá porque isto lembra-me Pessoa.. e o seu amigo Ricardo Reis..
Bem.. mas o certo é que jogamos com o risco.. e vá.. lá se vão os planos.. e lidar com isso? Pois que isto de se sair fora do planeamento é delicado é...
"Para quê fazer projectos, quando sai tudo ao contrário" - mas ainda há a hipótese de trocar as voltas à coisa..
O caos, conflito, vontade e desordem.. ora.. não sabemos o futuro, e lá voltamos ao risco..
E só andamos a fazer um breve passeio.. prodigioso.. mas.. somos sobreviventes..
Moral da História: bem, o tempo não espera que nós vivamos tudo.. portanto vamos vivendo, correndo, saltando, gritando, arriscando, imaginando..
Não nos deixemos consumir pelas chamas (que são muitas) ... para que não reste só carvão .. para que restem fosséis .. memórias .. vestígios ..
"A nossa alma só morre, quando os outros se esquecem de nós" - a história que alguém disse ao Aquiles (acho eu.. )
Minha gente: Improvisem :)
(ok, aquelas divagações matinais em história da grécia são sinistras ;p)
*
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Conferências Arqueologia - uma reflexão necessária
Ora portanto, podem consultar o dito documento..
Entretanto, aproveito para salvaguardar que tudo o que escrevo é uma opinião duma opinião aplicada a uma realidade (única que conheço) portanto, não é nadinha isenta, e, portanto não quero induzir ninguém em erro..
Há sempre a hipótese de irem há sessão III e ficarem com a vossa própria opinião, o que se torna muito mais seguro :) Já dia 13 Dez..
Entretanto, vou ver se encerro isto da II sessão.. Isto anda um bocado ao abandono.. mas.. pra próxima lembrem-me de não ter latim ou de aprender inglês, francês, espanhol, italiano e alemão na primária :)
*
domingo, 16 de novembro de 2008
Sessão II - Ensino e Carreiras, versão I
E.. pra não ser muito muito desagradável, em vários posts..
em linhas gerais, a coisa começou por volta das 10 e qualquer cpisa.. pausa para almoço as 13.40.. Inicio da sessão da tarde prevista para as 14.30, o que na realidade veio a acontecer cerca das 15.15.. só sei que sai de lá às 20.15 (+/-). Pelo que nada do que eu possa escrever vai recriar completamente o que por lá se passou..
Carlos Fabião, FLUL - alguns comentários..
- Formação em Arqueologia é dotar alguém de responsabilidades sociais. Os profs têm esse dever e essa responsabilidade.
Acontece? Tenho as minhas dúvidas..
O património é de todos, daí essa responsabilidade..
- Bolonha: é ou não um problema?
Objectivo: pegar no diploma dum aluno e saber que conhecimentos adquiriu. Ou que devia ter adquirido?
O curso tem que ser da responsabilidade dos alunos, depende do seu investimento.. mas.. e os professores? Não têm responsabilidade nenhuma? ok.. então, podemos seguir o modelo "os alunos dão as aulas" e, nesse caso, podiamos dispensar várias personagens do ensino - poupavamos dinheiro, era bom pra economia.. não?!
Bem, mas voltando ao diploma.. provavelmente diz o que o aluno devia ter aprendido, o que devia saber.. mas não é isso que necessáriamente acontece..
Não é por ter feito uma cadeira que domino o que do seu nome se poderia deduzir..
Também não é por ter assistido a determinadas aulas que os professores cumpriram aquilo que disseram que iam dar no programa..
Ou.. também não é por uma cadeira ter um nome que os conteúdos que lá se adquirem correspondem efectivamente, ao que inicialmente poderia parecer..
- CF disse: "modelo implica maior envolvência do docente" (salvaguardado o problema da falta de pessoal) - agora digo eu.. nós conhecemos todos casos brilhantemente elucidativos disso..
Mas.. vamos continuar a acreditar que as coisas funcionam mesmo assim..
Como deve haver quem seja feliz ao pensar assim, vamos lá manter essa felicidade..
- Outro dos aspectos referidos: Os alunos devem ser munidos dum conjunto de técnicas universais.. O que se verifica claramente.. mas.. são técnicas de fazer buracos ou técnicas de invenção de interpretações de sitios?
- A competência dum técnico é: " executar tarefas de produção de registo de campo, não lhe competendo a interpretação dos dados"
Vamos lá ver.. com Bolonha, o 1ºciclo confere um grau de técnico.. e, deveria também conferir um meio de entrada no mercado de trabalho.. pergunto-me eu.. algum licenciado da flup, com bolonha, adquire, ao longo da sua formação, este tipo de competências? Então, ou mudariamos a abrangência do conceito de técnico dizendo que é uma qualquer criatura que conclui um período de estudos numa área da qual não percebe nada.. E é extremamente incompetente para o desempenho dessas funções..
Para mim, o grave está em haver quem tendo conhecimento e meios para mudar, não faz nada.. E subscreve este tipo de diplomas..
- Mas.. parte da formação deve ser autónoma.. Para os três primeiros trabalhos conta o Curriculum, para o outros, conta o desempenho nos primeiros..
Desempenho esse que deve ser extremamente desenvolvido, tendo em conta a aplicação do conhecimento que não se adquiriu..
- Mas, para o mercado, o 1º ciclo é insuficiente, os técnicos estão impreparados e a formação é inadquada às necessidades do exercício da profissão.
-Para ultrapassar estas lacunas.. É preciso:
.. intensificar a interacção de entidades empregadores e universidades (também há as que dizem "chega pra lá")
.. empresas e autarquias devem intervir, a vários níveis, com as universidades
.. diversificar a formação ao nível do 2ºciclo: ou se consolida a formação em arqueologia ou diversifica-se para outras áreas
Mas, ainda antes se tinha dito que o 1º ciclo era suficiente para a entrada no mercado..
*fim da 1ª intervenção
A única conclusão que eu tiro disto: "A tutela demitiu-se!" e quem quiser que se amanhe..
A mensagem 100 :)
Portanto, vai haver uma festa.. ou então não..
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Conferências Arqueologia - uma reflexão necessária
10h00
Tema I – A Como Formar Profissionais de Arqueologia. Modelos do Ensino Universitário e Técnico-profissional em questão.
Moderador: Maria José Almeida
Intervenções:
Carlos Fabião – Faculdade de Letras de Lisboa
Luís Oosterbeek – Instituto Superior Politécnico de Tomar
Lino Tavares Dias – Área Arqueológica do Freixo
Espaço de debate
---Pausa para almoço---
14h00
Tema II – Quem pode ser Arqueólogo. Será o título académico suficiente?
Moderador: Lino Tavares Dias
Intervenções:
Maria José Almeida – Associação Profissional de Arqueólogos
José Morais Arnaud – Associação dos Arqueólogos Portugueses
MIguel Almeida – Dryas Aqueologia
Espaço de Debate
---Pausa---
16h10
Tema III – Emprego e empregabilidade em Arqueologia
Moderador: Carlos Fabião
Intervenções:
Pedro Faria – IGESPAR (extensão de Vila do Conde)
António Carvalho – C. M. Cascais
António Valera – Era-Arqueologia
Paulo Dórdio – Profissional Liberal
Espaço de Debate
Encerramento
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Música Perdida
Esta música.. mais velha que a Sé de Braga.. Que se não estou em erro, ouvi pela primeira vez (e vi o video) num programa que dava à sexta feira à noite na RTP - Grande Noite (cujo genérico era: Grande Noite, Grande Noite, hoje vai ser a grande noite...)
Bem.. quem diz esta, diz uma outra do "cá em cima está o tiro-liro-liro, cá em baixo está o tiro-liro-ló"
Carlos Paião e Cândida Branca Flôr - Vinho do Porto
Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=3WAlFP3xMBQ&feature=related
PRIMEIRO A SERRA
SEMEADA TERRA A TERRA
NAS VERTENTES DA PROMESSA
NAS VERTENTES DA PROMESSA
DEPOIS O VERDE
QUE SE GANHA OU QUE SE PERDE
QUANDO A CHUVA CAI DEPRESSA
QUANDO A CHUVA CAI DEPRESSA
E NASCE O FRUTO
QUANTAS VEZES DIMINUTO
COMO AS UVAS DA ALEGRIA
COMO AS UVAS DA ALEGRIA
E NA VINDIMA
VÃO AS CESTAS ATÉ CIMA
COM O PÃO DE CADA DIA
COM O PÃO DE CADA DIA
SUOR DO ROSTO
P’RA PISAR E VER O MOSTO
NOS LAGARES DO BOM CAMINHO
NOS LAGARES DO BOM CAMINHO
ASSIM CUIDADO
FAZ-SE O SONHO FERMENTADO
GENEROSO COMO O VINHO
GENEROSO COMO O VINHO
E PELO RIO VAI DOURADO O NOSSO BRIO
NOS REBELOS DUMA VIDA
NOS REBELOS DUMA VIDA
E PARA O MUNDO
VÃO GARRAFAS CÁ DO FUNDO
DUMA GENTE ENVAIDECIDA
DUMA GENTE ENVAIDECIDA
VINHO DO PORTO
VINHO DE PORTUGAL
E VAI À NOSSA
À NOSSA BEIRA MAL!
À BEIRA PORTO
HÁ VINHO POR TOMAR
HÁ-DE HAVER PORTO
PARA O NOSSO MAR.
VINHO DO PORTO
VINHO DE PORTUGAL
E VAI À NOSSA
À NOSSA BEIRA MAL!
À BEIRA PORTO
HÁ VINHO POR TOMAR
HÁ-DE HAVER PORTO
PARA O DESCONFORTO,
PARA O QUE ANDA TORTO
NESTE NAVEGAR!
POR ISSO HÁ FESTA
NÃO HÁ GENTE COMO ESTA
QUANDO A VIDA NOS EMPRESTA
UNS FOGUETES DE ILUSÃO!
VEM A FANFARRA
E OS MIÚDOS, ALGAZARRA,
MAIS O POVO QUE SE AGARRA
P’RA PASSAR A PROCISSÃO
E SÃO ATLETAS, CORREDORES DE BICICLETAS
E PALAVRAS INDISCRETAS
NA BOCA D'ALGUM RAPAZ
E AS BARRACAS
MAIS OS CORTES NAS CASACAS
OS CONJUNTOS, AS RESSACAS
E OUTRO BRINDE QUE SE FAZ
VINHO DO PORTO
VOU SERVI-LO NESTE CÁLICE
ALICERCE DA AMIZADE
EM PORTUGAL!
É O CONFORTO
DUMA DOR TOMADA AOS TRAGOS
QUE TRAZEMOS POR VONTADE
EM PORTUGAL!
SE NÓS QUISERMOS ENTORNAR A PEQUENEZ,
SE NÓS SOUBERMOS SER AMIGOS DESTA VEZ
NÃO HÁ CHAMPANHE QUE NOS GANHE
NEM NINGUÉM QUE NOS APANHE
PORQUE O VINHO É PORTUGUÊS!
VINHO DO PORTO
VINHO DE PORTUGAL
E VAI À NOSSA
À NOSSA BEIRA MAL!
À BEIRA PORTO
HÁ VINHO POR TOMAR
HÁ-DE HAVER PORTO
PARA O NOSSO MAR.
VINHO DO PORTO
VINHO DE PORTUGAL
E VAI À NOSSA
À NOSSA BEIRA MAL!
À BEIRA PORTO
HÁ VINHO POR TOMAR
HÁ-DE HAVER PORTO
PARA O DESCONFORTO,
PARA O QUE ANDA TORTO
NESTE NAVEGAR!
VINHO DO PORTO
VINHO DE PORTUGAL
E VAI À NOSSA
VAI À NOSSA BEIRA MAL!
À BEIRA PORTO
HÁ VINHO POR TOMAR
HÁ-DE HAVER PORTO
PARA O NOSSO MAR.
VINHO DO PORTO
VINHO DE PORTUGAL
E VAI À NOSSA
VAI À NOSSA, À NOSSA BEIRA MAL!
À BEIRA PORTO
HÁ VINHO POR TOMAR
HÁ-DE HAVER PORTO
PARA O DESCONFORTO,
PARA O QUE ANDA TORTO
NESTE NAVEGAR!
domingo, 9 de novembro de 2008
Notícia sobre primeira sessão das conferências..
http://www.cm-oaz.pt/?lop=artigo&op=c0c7c76d30bd3dcaefc96f40275bdc0a&id=fa1e9c965314ccd7810fb5ea838303e5
Relatório da sessão I das conferências foi disponibilizado via archport, mais informações, comunicar com a minha pessoa..
Notícias ...
Sessão II - ENSINO E CARREIRAS
15 de Novembro de 2008
Painel 1 -Como formar profissionais de arqueologia. Modelos do ensino universitário e técnico-profissional em questão.
Painel 2 - Quem pode ser arqueólogo. Será o título académico suficiente?
Painel 3 - Emprego e empregabilidade em Arqueologia.
Mais pormenores, site do município - http://www.cm-oaz.pt/?lop=artigo&op=c0c7c76d30bd3dcaefc96f40275bdc0a&id=83cdcec08fbf90370fcf53bdd56604ff
- Praça da Cidade é inaugurada a 14 de Novembro
"O programa estende-se a todo o fim de semana estando marcado para as 23h00 de sexta-feira (14 de Novembro) um espectáculo piromusical. No sábado a noite é ainda de música com a realização de um concerto e no domingo a animação da praça é da responsabilidade do cantor José Cid a partir das 15h00."
Ver mais em - http://www.cm-oaz.pt/?lop=artigo&op=19ca14e7ea6328a42e0eb13d585e4c22&id=fc528592c3858f90196fbfacc814f235
Parece que..
Parece que entretanto também está tudo a ficar velho..
Parece que a arqueologia está perdida..
Parece que Oliveira vai inagurar, no próximo fim de semana, a praça da cidade..
Parece que temos um projecto chamado Berço Vidreiro..
Parece que tudo vale a pena.. ou se calhar não é bem assim..
Parece que não há valores..
Parece que o que reina é sobreviver e não viver..
Parece que.. e está? e será?
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