quarta-feira, 11 de março de 2009

Ensino "Superior" "Público"

Hoje, o meu dever cívico ditava que falasse dos mais recentes desenvolvimentos universitários, oliveirenses e arqueológicos..
Mas o que há em mim é sobretudo cansaço..

Mas bem, vamos aos desenvolvimentos universitários, sem dúvida, os mais relevantes do dia de hoje..
O ensino “superior” “público”
“Superior” – as sistemáticas queixinhas com que nos temos cruzado em arqueologia invalidam que se apelide de superior. Destas coisas, só me lembro acontecerem na escola primária, e mesmo ai, não era com o espírito de lixar ninguém.. simplesmente havia uma música do género “Acusa Pilatos vai à fonte e come ratos!”

“Público” – porque os conceitos mudam, os planos de estudam mudam, mas nós já lá estamos, e não há muito mais a fazer.. Passamos a fundação.. público-privada.. Sim, vamos ser geridos como se fossemos uma empresa.. na busca do auto-financiamento (impossível nas letras), do lucro.. E numa empresa, o sector que não dá lucro, fecha.
Dia 24 Março temos Manif.

Este “Estado” descarta-se de todas as suas funções.. privatiza.. demite-se e delega a arqueologia nas autarquias e empresas; a saúde em parcerias público-privadas.. e o ensino, sim, o ensino, aquilo que forma os Homens do futuro.. nas mãos de privados, cedendo a politicas economicistas, estatísticas..
Apliquem Bolonha, o regime das fundações, já agora, transformem as Universidades todas em Novas Oportunidades, cursos de três meses, com cópias de textos e história de vida.
Enfim.. vamos dizer que somos cultos, temos pessoas bem formadas..
Vamos ler os livros todos que os professores pedem então.. para cadeiras que eram anuais e com Bolonha passam a semestrais..
Vamos estudar a matéria toda antes de termos as disciplinas, porque é isso que se espera de alunos aplicados então.. temos que ser nós a investir na nossa formação.. esqueçam lá sanidades mentais e vidas privadas..

Enfim.. como já alguém disse hoje “Se não me virem por aí, procurem-me na prisão”..

*

terça-feira, 10 de março de 2009

A criação do Naup (Núcleo de Arqueologia da Universidade do Porto)

Bem, como se devem ter apercebido, já de há uns tempos para cá que não me dedico claramente a debater questões de arqueologia. Sendo que as ultimas vezes que isso sucedeu, foram apenas ligeiras referências aos temas, não me prolongando muito nas minhas abordagens.
Bem, a única explicação para tal facto, apenas o meu “cansaço”.

Hoje, vejo-me obrigada a retomar isso, o motivo, a criação do Naup.

Sim, de facto, verificava-se alguma necessidade de criar um organismo que fizesse uma ligação entre os alunos de arqueologia e o resto do mundo.. tendo em conta que a arqueologia é um mundo ligeiramente diferente de cursos ligados a línguas e coisas que tal..

Portanto sim, considero o projecto de utilidade para todos.
Antes de me referir concretamente ao que se passará amanha e a moção da lista apresentada, devo antes de mais esclarecer (não vá alguém alegar o “falas falas mas não fazes nada”) o motivo pelo qual não me envolveria assim de repente em tal projecto.. considero que a fazer-se, não seria linear, e portanto, seria necessário empreender muito esforço, dedicação e responsabilidade.. é necessário gostar-se muito, ter-se noção das responsabilidades e das implicações que este tipo de organizações tem, no imediato e no futuro.
Não me parece que o âmbito destas organizações se fique por uma ponte entre alunos de arqueologia – associações de estudantes – professores e directores. Se criamos e queremos a todo o custo investir na arqueologia, o âmbito destas organizações tem que se alargar, perceber o papel da arqueologia numa sociedade; nos municípios e nas empresas.
Mas exige muita coisa, e tenho dúvidas se o esforço valeria a pena. (discurso pessimista, mas pronto, é o meu).

Ora, há coisa de 15 dias, foi-nos comunicada a criação do dito núcleo e divulgada a sua pagina na internet. Amanha, pelos vistos, há eleições.
Suponho que a divulgação e o conhecimento de tal coisa passou ao lado de muita gente. De qualquer das formas, não é por desconhecimento que as eleições não se vão realizar.
Quem não estava envolvido no projecto inicial, e se quisesse candidatar, adios’ porque não me parece que tenha havido tempo para quem quer que fosse organizar uma candidatura (para alem dos srs que se dedicaram à criação do dito cujo).

Bem, enfim.. adiante disso.. apresentação de uma lista às eleições .. a lista P..
Divulgação de tal coisa, vi hoje depois de receber um e-mail dinâmico a dizer que ia haver eleições. O programa, bem.. assusta-me ligeiramente..

Antes de pensarmos em passear e coisas que tal, eu diria que era necessário pensar em aplicar melhor Bolonha ao curso. Parece-me que isso falhou. Cada avaliação para seu lado.. não sei, parece-me que haveria outras prioridades..
Claro que as visitas são importantes para a formação académica.. se há departamentos que até conseguem dinheiro para autocarros, o nosso já não, e temos que lidar com isso, num panorama de crise global..
Preferencialmente, acho que a prioridade passaria por adaptar melhor Bolonha. Perceber o que está mal, o que falta e tentar melhorar as coisas que possam beneficiar também as gerações vindouras para este curso..

Festas para socialização? Não me parece que seja preciso um núcleo de arqueologia para as organizar!
Mesas redondas e conferências? Já não as há?

Escavações faltam sim, mas a integrar, deveriam ser integradas como componente lectiva. Quem raio são os arqueólogos que não são avaliados pela forma como escavam? Que Arqueologia do Futuro…

E poderíamos andar nisto mais não sei quanto tempo.. talvez volte a isto.. mas agora, o cansaço regressou..

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Ápio não se recandidata - autárquicas azeméis

Noticia online - http://www.jornalregional.com/?p=cfcd208495d565ef66e7dff9f98764da&distrito=&concelho=&op=noticia&n=7973837b20ffecf2352e78f679e131ed

>PSD terá de encontrar candidato às autárquicas
Ápio Assunção não se recandidata

Ápio Assunção não se recandidata à presidência da Câmara Municipal. O presidente da Câmara alega razões de saúde e familiares para deixar a vida política activa. A decisão já foi comunicada aos órgãos locais do partido.

Ontem, quer os colegas de executivo, quer a comissão política concelhia do PSD foram informados de viva voz por Ápio Assunção que não se recandidataria a mais um mandato à presidência da Câmara Municipal. O ainda presidente foi claro: “Não tenho condições para continuar, quer por razões de saúde, quer porque passei muitos anos afastado de uma família e de uma esposa. Não posso manter esta situação”, reconhece.
“Que os oliveirenses me desculpem por tomar esta posição, mas estou muito grato por tudo o que fizeram por mim. Continuarei até ao último dia em que tiver responsabilidades a honrar o meu nome e o de Oliveira de Azeméis. Nada mudará durante este período”, confessa Ápio Assunção.
Na hora em que anuncia a retirada no final do actual mandato, Ápio Assunção não tem dúvidas: “Deixo, inegavelmente, uma das maiores obras de sempre. A Câmara é uma referência a nível nacional, há quatro anos avaliada pelo SIADAP, com funcionários convidados pelo Governo para apresentarem a modernização administrativa, em que somos pioneiros; temos mais de 50% dos serviços certificados pela APCER, a maior entidade certificadora do país. A certificação foi a chave da mudança, deu uma outra abertura. Descentralizámos o trabalho com as juntas, celebrando protocolos, caminho que julgo ser o mais correcto”.
Na eventualidade de ser acusado de abandonar o barco deixando uma pesada dívida, Ápio Assunção foi taxativo: “Na vida todos nós nos endividamos. Oliveira de Azeméis precisava de uma sacudidela, que foi dada e de forma superior ao que muitos julgavam”. Aponta obras como a ludoteca, a biblioteca municipal, o arquivo e as piscinas, em fase final de adjudicação dos arranjos exteriores, “uma obra reconhecida, de referência e de grandes inovações que, por isso, até já foi visitada pelo secretário de Estado do Desporto”.
Quando abandonar a vida autárquica, Ápio Assunção assume que não se afasta da vida política. “Afastar-me-ei do exercício de cargos, mas continuarei militante”. Questionado sobre quem dentro do PSD lhe deveria suceder, referiu: “Poderei aconselhar amigos à comissão política. Quem vier para cá pode inicialmente contar comigo, porque a gestão das câmaras é totalmente diferente do que era há 20 anos. As obrigações, a forma de gerir e as responsabilidades são maiores”.




O meu comentário face é isto.. sabemos quem é a candidata do PS, sabemos quem não é o candidato do PSD..
Eleições autárquicas no final do ano, aguardam-se anciosamente (por mim ahahha)
*

Delírio! Jorge de volta!

Ah ah ah... Nem por isso :D

Mas bom... exames arrumados, trabalhos entregues e a vida volta ao normal...

E o louco por cinema e por bola está de volta... ;)

Esperem imenso falatório da minha parte nos próximos dias... Tenho imenso que me queixar...

Vejamos só alguns exemplos:


- FC Porto: 1 pénalti por jogo vai dando vitórias; Pinto da Costa sai como herói, Carolina como rameira barata (só em Portugal)

- Sporting: vergonha... de treinador, de presidente, de jogador (sim Miguel Veloso estou a falar de ti!), de equipa (5-0 do Bayern de Munique mais 5 do Barça e 5 do Real... Os 3 que por acaso perderam com o Atlético Madrid esta temporada... rss rss)

- Crise na educação: já nem o ensino universitário se salva!

- Bolsas na UC: Qué sé passa?

- Cinema: previsões com um ano de avanço (A Pitoca por esta altura já deve estar a arrancar cabelos), tops 20 (actores, actrizes, filmes...)

- Televisão Portuguesa: top 10 dos abortos na TV nacional, de Merche a Isabel Angelino (xD)


E muito, muito mais... fiquem atentos, sim? :D

domingo, 8 de março de 2009

Esta semana..

Atletismo
*No europeu de atletismo – medalha de ouro para Rui Silva, nos 1500 m.
*Medalha de Prata para Sara Moreira nos 3000 m.

Ciclismo
*Corre-se o Paris-Nice, Contador vence 1ª etapa.

Hóquei em Patins
*Oliveirense eliminada da taça pelo Limianos, já apelidado “tomba gigantes” da competição.

Futebol
*Liga Vitalis – Oliveirense 2 – 0 Boavista. Pois é, dois pontos separam as duas equipas a lutar pela manutenção. 9 jornadas para o fim, ainda é possível! ;)

*Liga Sagres – tudo na mesma com as vitórias do Sporting, do Porto e do Benfica.

*Luto por Afonso Tiago. Corpo do investigador oliveirense apareceu, esta semana, no rio, em Berlim.

*Oliveira de Azeméis – programa do Ciclo Primavera apresentado. Queima das Fitas; 25 anos elevação a cidade e Festival da Juventude (a apresentar na próxima quarta-feira.) Ver postagem futura, espero eu..

*E finalmente, todas as notas cá fora’ agora sim, o 1º semestre foi à história.. (sobre notas.. ver postagem anterior..)

*

WATCHMEN... fantástico

The accumulated filth of all their sex and murder will foam up about their waists and all the whores and politicians will look up and shout 'Save us!' And I'll look down, and whisper 'No.'

Rorshach

Notas, avaliações e notas..

Bem, depois de uma ligeira pausa nas minhas temíveis “reflexões”, o assunto sobre o qual me decidi debruçar não é propriamente bonito, interessante ou engraçado..

A questão da avaliação… Agora muito discutida com a contestação dos professores (mas não foi isso que me trouxe aqui)..
Sabemos nós que quase todas as profissões são, nos dias que correm, alvo de avaliações por parte das entidades superiores da instituição em causa..
Nessas avaliações, normalmente, há um número limitado e restrito de boas notas a atribuir. Imaginemos num universo de 25 funcionários, poderiam apenas ser atribuídos 3 níveis de Muito Bom..
Nesse caso, os diferentes avaliadores teriam que pensar numa nota para um funcionário, mas depois.. na junção de todas as notas, haveria demasiados Muito Bons... Independentemente do desempenho do funcionário, teria que haver uma remoção de “boas notas”.. Aí, dependendo de quem tivesse que desempatar a situação, os critérios poderiam ser distintos.. incluindo a adorável máxima portuguesa do efeito C, ou coisas que tais..

Justiça das avaliações e critérios para as mesmas estariam sempre, neste caso, condicionados ao “número de vagas”.. Não me parecendo esta situação justa, passemo-la para outra área..

O ensino..

Ora, no ensino – alunos, a avaliação é o culminar de períodos de trabalho e esforço (ou não), e deveria exprimir essa situação, no entanto, nem sempre é assim que as coisas funcionam..

E, que eu saiba.. não há, nesta área, um “número de vagas limite” para a atribuição de determinadas notas..

Ao longo do nosso percurso escolar, a avaliação é, sem dúvida, um aspecto que muito interfere e condiciona a postura do aluno..
São muitas as injustiças, e quem por lá passou sabe do que falo.. No básico, por muito insignificantes que sejam as notas (entenda-se insignificantes no sentido da sua interferência directa a nível de futuro dos alunos), ninguém gosta de ter um 4 e ver que um colega qualquer teve 5, porque era o “menino(a) lindo(a)” do professor..
Estas situações vão gerando alguns conflitos entres os colegas, entre alunos e professores, mas.. aguentam-se..

Quando chegamos ao Secundário, é acima de tudo fomentado um objectivo (para quem pretende continuar os estudos e tens as situações bem definidas): trabalhar para uma média.
E aí, as coisas começam a ter um cariz bastante mais implicativo em termos de futuro.. Havendo cursos em que se entra, porque toda a gente entra; há outros em que as coisas não funcionam assim..
Os conflitos agravam-se, existem recursos que muitas vezes não são utilizados porque os professores podem ser os mesmos no ano seguinte e a situação iria complicar-se..
As notas são cruciais e vão condicionar o futuro.. há as injustiças claras, os favores, os benefícios mas, também há afirmações como “O 20 é para Deus; o 19 é para mim, e eventualmente o 18 é para o aluno” – tive um professor que dizia isto..
E ao ouvirmos tal coisa, bem, mais vale pensar em não trabalhar, porque entre um 9 e um 10 sempre se arranja alguma coisa para passar o aluno – o típico desenrasca.. Mas nos patamares mais acima há claramente um limite bem definido que nunca se alcançará.
Também há casos em que os Srs Profs fazem coisas muito bonitas como, por exemplo, dar notas ao “acaso”, tendo em conta que há elementos de avaliação em cujos olhos deslizam vagamente e depois, a nota.. o conteúdo do dito cujo elemento, bem, isso, não é o importante..

E daqui também surgem aquelas divergências e conflitos como havia em Oliveira entre duas escolas secundárias.. Numa não havia limite de notas, 18, 19 e 20.. na outra, um 16 era quase um 20.. E é assim que se selecciona quem entra no ensino superior..
E quantos não foram os que mudaram de escolas por este alegado facilitismo..
De qualquer das formas, há ainda uma vantagem no secundário, é que os professores são obrigados a divulgar as notas dos diferentes elementos de avaliação..
E destas situações se faz o ensino, cada vez mais, influências no futuro..

Quando chegamos ao ensino superior, pensamos que essas coisas acabaram, porque os professores nem nos conhecem, não sabem quem somos, nem quem são os nossos pais (às vezes..)
Mas, as histórias voltam a repetir-se.. Os elementos de avaliação não lidos, cujas notas são dadas “ao acaso”.. As injustiças nas notas, comparadas com os outros.. Os LIMITES, esses sim, muito bem definidos.. e, atrevia-me a acrescentar, a falta de transparência de todo o processo avaliativo.
E acho que não preciso de ser muito explicita quanto à importância das avaliações nesta fase da nossa formação.. tendo em conta o que vamos fazer no futuro, independentemente de pensarmos em mestrados e doutoramentos ou apenas no mercado de trabalho..
Bem, agora as coisas dividem-se ligeiramente, ou temos avaliações continuas ou apenas exames..
Nos exames, há uma nota e fim da história..Não há muito por onde se lhe pegar.. Se bem que há quem corrija exames em meia tarde e quem demore um mês.. A teoria de dar notas ao acaso..

Bem, nas questões das avaliações contínuas.. Nunca, na minha curta vida académica, vi divulgadas as notas dos vários elementos avaliativos, sejam testes, apresentações, trabalhos ou relatórios, nunca nenhuma nota foi divulgada sozinha.. o bolo, aparece no fim do semestre debaixo da alçada da classificação final.. o resto.. chapéu..
Também há as regularidades, em alguns professores, quase mais de metade dos alunos a terem a mesma nota, ou uma variação entre duas notas.. Seremos todos iguais?

Enfim, também há aquelas alterações de normas avaliativas a meio dum semestre.. Não me perguntem é se é legal ou não.. acrescentar elementos com uma semana de “antecedência”.. fazer uns trabalhos manhosos que alegadamente contam para a avaliação mas que no fim de contas, não contam..
Bem, e para finalizar, aquelas considerações e revelações que eu acho ligeiramente desadequadas por parte de alguns docentes..
“Se foram ali à Faculdade de ____, eles são muito mais exigentes e as não têm 17 e 18. Eu bem gostava de perceber como há quem, nesta faculdade, dê notas dessas, 16,17, 18 e 19.” (Comentário – o 20 nem existe.. Não seriam os docentes a estabelecer os graus de exigência das suas disciplinas? Ou lá por ser a mesma faculdade podemos generalizar?..)
Na prática, depois vemos estes comentários aplicados, as notas de Deus, aqui são os 16, e têm número limitado, 2 ou 3..

Bem, começo definitivamente a achar que entre a hipótese de haver uma grande aplicação do aluno ou uma pequena.. A pequena é de facto a melhor.. Na maioria das vezes, obtém-se classificação positiva, a disciplina fica feita, não dá trabalho e ninguém se chateia..

Só não sei é como quem tem telhados de vidro.. atira tanta pedrinha pró ar..
Qualquer dia, não são só os azulejos da Faculdade de Letras que caem.. Este ensino superior já não tem salvação possível..

(Espero eu.. que este discurso não seja generalizável aos outros cursos, faculdades e universidades..)

Na realidade, a justiça de notas, a transparência das avaliações.. não sei’ mas nunca de tal ouvi falar..

*

terça-feira, 3 de março de 2009

Ora, e o desporto..


Ora.. aproveitando uma larga, grande ou gigante pausa entre aulas, e já que o Sr Jorge acha piada quando a minha pessoa fala de desporto.. Já que o Pedro foi de férias e só cá vem dizer olá de vez em quando..
Considerando ainda que o Novato diz que eu me esqueci de falar do 5-0.
Tendo ainda em conta o meu cansaço face à nossa adorada arqueologia..

Voltemos a falar de desporto.. lol

E faz hoje 20 anos que Portugal conquistou o mundial de juniores, na Arábia Saudita.
E Varela vai pró Porto.
E Vicente Moura foi reconduzido no COP.
E hoje, há taça de Portugal.
E, há julgamento do Srº Pinto da Costa, o caso do “Envelope”.
E, finalmente, os três grandes somaram prejuízo, grandes prejuízos.

Ora a questão do Novato Bayern 5 - 0 Sporting..
Não havendo muito mais a declarar para além do resultado esmagador.. Não me parece a mim que alguém tenha jogado definitivamente Muito Bem .. ou alguém tenha jogado definitivamente .. Muito Mal..
São jogos..

O Nulo no dérbie, os árbitros e companhias limitadas..
Não vale a pena andar aqui, a esta bela hora, mandar vir com os cartões todos que ficaram no bolso.. Também não iam, aqui, ser os meios informáticos a ajudar o árbitro, é tudo uma questão de usar os olhinhos'

Tour do Quatar, 2007


Retomando as questões velocipédicas..
No meio disto tudo, já começou e acabou a Volta ao Algarve.. O vencedor, Alberto Contador.
No meio disso, Tiago Machado afirma que os Estrangeiros, têm a mania que são donos do pelotão - a propósito duma queda que deu algures na Volta ao Algarve.
Entretanto, relembrar o patrocionio do Sporting, a uma equipa de Sub-23.. Possíveis investimentos futuros em elites aguardam-se.
Na Volta à Califórnia, Leipheimer vence e Armstrong foi 7º classificado.
A taça Sub-23, a decorrer, era ontem lidarada por Ivo Fernandes, do Sporting.
Agora.. o assalto à casa de Zabriskie, terá rendido cerca de 117 mil euros - e isto cruza o desporto e os assaltos'
Na mesma altura em que isso sucedeu, algumas bicicletas da equipa Astana tinham sido também roubadas no decorrer da Volta à Califórnia..
O acto ilícito de Cabreira, a alegada viciação de amostras.. Não sei'

E já chega de conversa desportiva ;)

*

domingo, 1 de março de 2009

E o desporto..

Pois bem.. já que os srs do desporto meteram férias..



*Roubada a medalha de prata de David Zabriskie, num assalto à sua residência..



*João Cabreira suspenso. Em causa o campeão nacional de 2008.



*Hóquei em Patins - Oliveirense conquista o segundo lugar.



*Futebol - Oliveirense empata a um com o Varzim, mantendo-se em zona de despromoção mas aumentando a distância para o Gondomar que perdeu (2-1) com o St Clara e diminuindo para o Boavista que, se não me engano muito, perdeu 4-1 com o Olhanense.



*Nulo no dérbie FCP-SCP.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Quim e Zé em Azeméis..

Segundo o Correio de Azeméis desta semana, no próximo dia 6 de Março, pelas 21:30, no Cine-Teatro Caracas vão estar Quim Roscas e Zeca Estacionâncio..