Mostrar mensagens com a etiqueta 2009. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 2009. Mostrar todas as mensagens

domingo, 14 de março de 2010

Melhores Actrizes da Década (2000-2009)

E para encerrar, para já (ainda falta os realizadores, mas acho que sobre eles vou escrever um pequeno texto, duas vezes por semana, para não encher o blogue com coisas de cinema só), a minha revisão da década em cinema, vêm as actrizes.


Também são 50 interpretações, também podem ser papéis secundários ou principais, o que interessa é a sua qualidade. A verde estão marcadas as interpretações que estão nas fotos.


Aqui vos deixo ficar as minhas 50 performances femininas preferidas desta década:



Amy Adams, Junebug
Anne Hathaway, Rachel Getting Married
Annette Bening, Being Julia
Audrey Tautou, Amélie
Björk, Dancer in the Dark
Carey Mulligan, An Education
Cate Blanchett, I’m Not There
Cate Blanchett, The Aviator
Diane Lane, Unfaithful
Ellen Burstyn, Requiem for a Dream
Evan Rachel Wood, Thirteen
Holly Hunter, Thirteen



Imelda Stauton, Vera Drake
Isabelle Huppert, The Piano Teacher
Joan Allen, The Upside of Anger
Judi Dench, Notes on a Scandal
Julia Roberts, Erin Brokovich



Julianne Moore, Far From Heaven
Julianne Moore, The Hours
Julie Christie, Away From Her
Julie Delpy, Before Sunset
Kate Winslet, Eternal Sunshine of the Spotless Mind
Keira Knightley, Pride and Prejudice
Kristin Scott-Thomas, Il y a Longtemps que Je t’Aime
Laura Dern, Inland Empire



Laura Linney, The Savages
Laura Linney, You Can Count on Me
Maggie Gylenhaal, Sherrybaby
Maria Bello, A History of Violence
Melissa Leo, Frozen River
Meryl Streep, Adaptation


Meryl Streep, The Devil Wears Prada
Michelle Williams, Wendy and Lucy
Mo’Nique, Precious
Naomi Watts, Mulholland Dr.
Nicole Kidman, Birth
Nicole Kidman, Moulin Rouge!
Nicole Kidman, The Others
Patricia Clarkson, Far From Heaven
Penélope Cruz, Vicky Cristina Barcelona
Penélope Cruz, Volver
Rachel Weisz, The Constant Gardener


Reese Witherspoon, Walk the Line
Sally Hawkins, Happy-Go-Lucky
Samantha Morton, Movern Callar
Tilda Swinton, Julia
Tilda Swinton, Michael Clayton


Uma Thurman, Kill Bill Vol.1 e 2
Virginia Madsen, Sideways



E as minhas 10 favoritas interpretações são (destas 10, 5-8 são sólidas e não mudam, em princípio; as últimas duas/três são as que estão mais sujeitas a variações, ):

1. Julianne Moore, Far From Heaven
2. Nicole Kidman, Moulin Rouge!
3. Kate Winslet, Eternal Sunshine of the Spotless Mind
4. Meryl Streep, The Devil Wears Prada
5. Uma Thurman, Kill Bill Vol. 1 e 2
6. Tilda Swinton, Julia
7. Isabelle Huppert, The Piano Teacher
8. Björk, Dancer in the Dark
9. Imelda Stauton, Vera Drake
10. Naomi Watts, Mulholland Dr.


Melhores Actores da Década (2000-2009)

Estes três artigos seguidos fazem parte da minha Revisão da Década em Cinema, que comecei no meu antigo blogue "O Mundo Está Perdido" e retomei aqui no "Dial P For Popcorn". Por uma questão meramente prática, decidi passá-los para este blogue também e deste modo reabrir esta discussão.


Agora, vamos aos actores. Optei por só escolher 50 - e esteve difícil de reduzir! Todavia, lá consegui. Como não atino bem com a ordem (se fosse outro dia, muito provavelmente a ordem seria outra), vou colocar os nomes por ordem alfabética, tal como fiz com os filmes, só que desta vez deixo-vos no final com o meu top 10 de interpretações masculinas do século.

Avisar também que eu não distingo uma performance de um actor principal ou de um secundário. Se for boa o suficiente, mesmo sendo de um actor secundário, cá constará. A verde estão assinaladas as interpretações das fotos que acompanham a lista.


Aqui vão as minhas 50 interpretações masculinas preferidas esta década:



Adrien Brody, The Pianist
Andy Serkis, The Lord of the Rings: The Two Towers
Ben Kingsley, Sexy Beast
Bill Murray, Lost in Translation
Casey Affleck, The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford
Chris Cooper, Adaptation
Christian Bale, American Psycho
Christoph Waltz, Inglorious Basterds
Colin Farrell,
In Bruges
Colin Firth, A Single Man



Daniel Day-Lewis, There Will Be Blood
David Strathairn, Good Night and Good Luck
Denzel Washington, Training Day
Ed Harris, Pollock
Ewan McGregor, Moulin Rouge!
Forrest Whitaker,
The Last King of Scotland
Gael García Bernal, Amores Perros



Gael García Bernal, La Mala Educación
George Clooney, Michael Clayton
George Clooney, Up in the Air
Heath Ledger, Brokeback Mountain
Heath Ledger, The Dark Knight
Hugh Jackman, The Fountain
Ian McKellen, The Lord of The Rings: Fellowship of the Ring
Jack Nicholson, About Schmidt
Jake Gylenhaal, Brokeback Mountain
Javier Bardem, Before Night Falls
Javier Bardem, No Country for Old Men
Jeff Bridges, Crazy Heart
Jeff Bridges,
The Door in the Floor
Jeff Daniels,
The Squid and The Whale



Jim Broadbent, Moulin Rouge!
Jim Carrey, Eternal Sunshine of the Spotless Mind
Joaquín Phoenix, Walk the Line
Johnny Depp, Pirates of the Caribbean: Curse of the Black Pearl
Jude Law, I Heart Huckabees
Mark Ruffalo, You Can Count on Me
Mathieu Amalric, The Diving Bell and the Butterfly
Michael Fassbender,
Hunger
Mickey Rourke, The Wrestler
Paul Giamatti, Sideways
Peter Sarsgaard,
Shattered Glass
Philip Seymour Hoffman,
The Savages
Richard Jenkins, The Visitor
Ryan Gosling, Half Nelson

 

Sean Penn, Milk
Sean Penn, Mystic River
Tom Wilkinson, In The Bedroom
Viggo Mortensen, A History of Violence
Viggo Mortensen, Eastern Promises





As minhas dez interpretações favoritas seriam (de notar que as primeiras 8 em princípio não mudam, as últimas duas são variáveis - dependem do dia):

1. Daniel Day-Lewis, There Will Be Blood
2. Gael García Bernal, La Mala Educación
3. Christian Bale, American Psycho
4. Heath Ledger, Brokeback Mountain
5. Mickey Rourke, The Wrestler
6. Chris Cooper, Adaptation
7. Viggo Mortensen, Eastern Promises
8. Sean Penn, Milk
9. Adrien Brody, The Pianist
10. Javier Bardem, No Country for Old Men

sábado, 13 de março de 2010

Melhores Filmes da Década (2000-2009)

Vou começar a arrumar com a década (em cinema, 2000-2009 é uma década sim senhor!) hoje e continuarei nas próximas semanas (vou falar sobre realizadores marcantes da década, melhores interpretações femininas e masculinas).

Eu juro que tentei diminuir a lista ainda mais além disto, mas não deu. São portanto 75 filmes (podia ter deixado e fazia 100) por ordem alfabética (só consigo escolher 20 melhores, depois não os consigo ordenar por valor...). Peço desculpa ainda pela repetitividade de algumas descrições mas têm que entender que há limites para a combinação de adjectivos de língua portuguesa.


Aqui vão...

4 Months, 3 Weeks, 2 Days (2007)
A New Wave do cinema romeno tem-nos trazido consistentemente grandes filmes esta década. Para mim, este drama sobre a luta de duas amigas, uma delas com uma gravidez indesejada, num clima político e económico complicado, é excepcional. A amizade revela-se sempre mais forte quando reina o desespero.


A History of Violence (2005)
Fazer filmes com grande competência já é marca do realizador David Cronenberg. Contudo, o que este filme tem de especial é o que está nas entrelinhas, a potência emocional do seu diálogo, a excelente interpretação dos seus actores (Mortensen e Bello).


Le Fabuleux Destin d'Amélie (2001)
Acho que é seguro dizer que pelo menos toda a gente no mundo já terá ouvido falar deste filme. Audrey Tautou protagoniza um dos papéis mais icónicos da história do cinema contemporâneo e, apesar de todo o 'hype' gerado à volta do filme, ele não defrauda as expectativas: charmoso e adorável do princípio ao fim.


American Psycho (2000)
Um filme sobre serial killers como nenhum outro esta década. Patrick Bateman devia ter garantido a Christian Bale um lugar na perpetuidade e uma nomeação para Óscar. Não garantiu, mas qualquer cena de American Psycho serve para nos mostrar o grande actor que ele é. Personagem muito bem criada por Mary Harron.


Amores Perros (2000)
A obra-prima de Iñárritu é um filme complexo, que requer o máximo de atenção para o apreciar ao máximo. Guillermo Arriaga providencia um genial argumento para um filme duro, brutal mas realista. Gael García Bernal explode como actor.


An Education (2009)
Talvez seja precipitado da minha parte incluir já filmes de 2009, mas eu mantenho que este filme vá ser revisto por mim diversas vezes. Porque é encantador a diversos níveis, porque Carey Mulligan é espectacular no papel ou porque... o filme fala-me muito. Quem já não passou por uma experiência de "educação" como ela?



Atonement (2007)
Depois de uma estreia bastante satisfatória, Joe Wright adapta da melhor forma o best-seller de Ian McEwan e captura interpretações bestiais de Saoirse Ronan, Keira Knightley e James McAvoy. A forma sublime como o filme é conduzido pelos três protagonistas é de louvar. Não há muitos actores que com a idade de Saoirse Ronan se comportem assim no ecrã.


Away From Her (2006/7)
Injustamente roubada de um Óscar, Julie Christie faz a sua redenção, numa performance impressionante obtida da mestria da realizadora Sarah Polley.


Before Sunset (2004)
Richard Linklater realiza uma dupla história encantadora, com excelentes interpretações de Hawke e Delpy, uma história de amor à moda antiga, um evento digno de se celebrar. Dos dois, o segundo filme é o que mais me fica na memória.


Birth (2004)
Jonathan Glazer dá a volta a um argumento complicado e difícil de expor, focando toda a sua atenção na expressão facial e corporal da maior actriz da década, Nicole Kidman, em mais uma interpretação notável.


Brodre/Brothers (2004/5)
O filme de estreia de Susanne Bier é excepcionalmente bom a mostrar todo o sentimento escondido por detrás de um argumento muito poderoso. Bem melhor que a sua "cópia", estreado este ano.


Brokeback Mountain (2005)
O maior roubo que a Academia já cometeu foi não lhe ter dado Melhor Filme em 2005. Interpretações singulares de Jake Gylenhaal, Michelle Williams, Anne Hathaway e especialmente de Heath Ledger, com uma realização irrepreensível do mestre Ang Lee, esta é uma história de amor que vai ficar marcada na História.


Caché (2005)
Um filme magistral de Michael Haneke, cheio de suspense e mistério, capaz de dar a volta à cabeça do mais atento dos espectadores? É isto que torna Haneke um realizador tão especial.



Children of Men (2006)
Julianne Moore e Clive Owen são peça menor na imensidão de beleza e grandiosidade que é este filme. É o filme da década que eu mais desprezado acho. E o que me impressiona mais neste filme? É a forma fantástica como o livro, que se dizia "inadaptável", foi transportado para a tela. Alfonso Cuarón continua a surpreender.


Cidade de Deus (2002)
Será, talvez, o filme estrangeiro que mais marcou a década. A história dos dois rapazinhos das favelas e os caminhos distintos que a vida lhes traçou, contada de forma excelente por Fernando Meirelles, é indelevelmente um dos retratos mais fascinantes contados na década de 2000. E também por isso levou com 4 nomeações para os Óscares, coisa rara para um filme estrangeiro.


Coraline (2009)
Um filme de animação completamente diferente do habitual, Coraline é um "case-study" interessante: animação 2D mas com efeitos absolutamente abismais, dobragem cuidadosa, com escolha interessante para vozes das personagens (Teri Hatcher não seria a primeira pessoa em quem pensaria, mas funciona na perfeição, encaixa totalmente no ar da personagem) e com uma história fascinante a ser contada. Não consigo decidir de qual gosto mais, se deste, se de Up, se de Fantastic Mr. Fox. São os três espectaculares.


Crash (2004/5)
O conceito do filme de Paul Haggis é estupendo: fazer confluírem, em uníssono, todas as personagens em torno de problemas de índole racial, social, cultural, etc. Agora, o que o filme é... não é bem o mesmo. Eu gosto do filme, acho de facto que é dos melhores da década, mas tem muitas falhas. Não deixa de ser, mesmo assim, um filme polémico, que debate abertamente algumas das temáticas mais em voga do nosso século.


Crouching Tiger, Hidden Dragon (2000)
Aventura e acção contadas de forma brilhante pelo realizador mais promissor da nova era, Ang Lee. Que grandes filmes ele fez - e com grande variedade também (Lust Caution; Brokeback Mountain; Crouching Tiger; Taking Woodstock).


Dancer in the Dark (2000)
Lars von Trier traz-nos uma interpretação surpreendente de Björk (injustamente roubada de uma nomeação para Óscar nesse ano) no seu filme mais marcante. Poderoso, acutilante e audaz, esta espécie de musical sobre o valor da amizade é uma obra-de-arte.


Dogville (2003)
Paul Bettany e Nicole Kidman brilham em grande neste filme de von Trier. Épico, terrivelmente violento e brutal, é mais um filme que mostra a inteligência e a competência do realizador nórdico.


Eastern Promises (2007)
Outro filme sobre a alçada de David Cronenberg em que Viggo Mortensen brilha incessantemente. Este drama pesado sobre a máfia russa marcou-me intensamente em 2007.


Entre Les Murs (2008)
O filme estrangeiro do ano de 2008, The Class é uma ideia brilhantemente executada. Mostrar o dia-a-dia de um professor numa sala de aulas poderia ter sido tornado mil vezes mais aborrecido, mas o filme soube aproveitar bem a classe do argumento que tinha em mãos e pô-lo em bom uso. Pena que a Academia não tenha sabido premiar tal excelência.


Erin Brokovich (2000)
O veículo de sucesso de Julia Roberts, realizado por Steven Soderbergh, não é nada mau filme. É inteligente, é audacioso, é interessante, é arrebatador. Claro que tem falhas, mas para o estilo de filme que é, é muito bom. E melhor que o outro filme de 2000 do mesmo realizador (Traffic).


Eternal Sunshine of the Spotless Mind (2004)
Michael Gondry faz um filme ímpar, para todo o sempre. Kate Winslet dá aqui a sua melhor interpretação até à data e até Jim Carrey se sai muito bem neste papel dramático. Apesar de tudo, o argumento de Charlie Kaufman é que é o ponto alto do filme. Dinâmico, intelectual, inovador, majestoso.


Fantastic Mr. Fox (2009)
Um dos filmes animados mais espectaculares da década, esta comédia "tipicamente à Wes Anderson" virada animação é das coisas mais bem feitas que eu já vi. George Clooney particularmente bem a dar a sua inconfundível voz e estilo ao protagonista do filme, Mr. Fox.


Far From Heaven (2002)
Consigo pensar em tantas imagens marcantes deste filme... Mas o uso do vermelho e do roxo, em particular nas roupas de Julianne Moore, destaca-se. Falando em Moore, ela dá a que é indubitavelmente a intepretação mais completa, mais grandiosa da década. E, claro, não ganhou o Óscar. Todd Haynes apresenta-nos esta obra-prima de génio.


Finding Nemo (2003)
O "crème de la crème" da animação esta década é esta jóia que encanta adultos e crianças, sem nunca perder a qualidade, mesmo depois de múltiplas visualizações. Com a voz singular de Ellen DeGeneres (Rita Blanco na versão portuguesa), muito faz rir. Foi aqui que a Pixar começou a construir a sério o seu império (que solidificou com Ratatouille, Wall-E e Up, as três maiores dádivas que a animação nos deu na primeira década do século XXI).


Gosford Park (2001)
A redenção de Robert Altman vem com esta obra-prima contemporânea, soberba mas austera, na entrada da nova década. É no elenco, como sempre nos filmes de Altman, que reside a intensidade e a paixão do filme.


Hable con Ella (2002)
Este é o filme mais consagrado de Pedro Almodovar, não tanto pela sua complexidade (é, até, dos filmes mais simples dele) mas pela forma desalinhada como a história de vai desenrolando, os caminhos dos protagonistas todos entrelaçados até àquele épico final.


Happy-Go-Lucky (2008)
O mais recente filme de Mike Leigh é um primor para a mente. Elaborado, complexo, inspiracional, este filme traz-nos uma performance estonteante por parte de Sally Hawkins - a sua alegre Poppy é um raio de luz num dia cinzento.



I Heart Huckabees (2004)
Comédia existencial esplêndida de David O'Russell que também a mim me fez pensar nos problemas da vida e no que é que tudo o que nos acontece significa.


In Bruges (2008)
Martin McDonagh é, sem dúvida, das revelações do cinema em 2008. O seu In Bruges é um relato tão divertido como doloroso de como a culpa nos pode consumir a alma. O que acontece em Bruges fica em Bruges? Nem por isso... O monólogo de Colin Farrell é a cena falada mais marcante de todo o ano de 2008.


In The Bedroom (2001)
Com um elenco de luxo (Spacek, Wilkinson, Tomei), Todd Field mostra-nos como é simples criar um drama tão perturbante, tão profundamente sentido, tão exasperante quanto este.


Into the Wild (2007)
Muito injustamente arrumado da corrida aos Óscares, este filme é um pequeno milagre, um filme que nos permite escapar do mundo rotineiro e superficial em que vivemos (e no qual a personagem vive também) e partirmos à aventura (nem que seja só por duas horas) em caminho incerto, em total e absoluta liberdade. É fascinante o que Émile Hirsch faz com este papel e além dele também Kristen Stewart e Hol Holbrook têm boas intepretações.


Inglorious Basterds (2009)
O mais recente filme de Tarantino não é o melhor dele, é certo, mas é o que funciona melhor. Cenas A+ polvilhadas de génio, um elenco poderoso (com Christoph Waltz a brilhar mais alto) e um recontar hilariante de um período histórico sobejamente conhecido fazem dos Basterds um filme para ver e rever.


Junebug (2005)
Amy Adams é qualquer coisa de extraordinário neste filme belo e intemporal.




Kill Bill, Vol. 1 e 2 (2003 e 2004)
A obra-prima de Tarantino é esta. Uma Thurman é simplesmente espectacular como The Bride, mas também o são todas as restantes personagens da saga. As cenas de acção são incontestavelmente o melhor do filme, mas a substância está no rico argumento que Tarantino cria para esta bela história.


La Mala Educación (2004)
Pedro Almodovar traz-nos este delicioso filme "noir" com toques de pura genialidade e no qual Gael García Bernal explode definitivamente como um dos actores com mais talento da sua geração.


Lord of The Rings (2001, 2002 e 2003)
Haverá alguém no mundo que não conheça estas palavras ou este nome: Peter Jackson? Eu penso que não. A trilogia mais marcante da história do cinema também me deixa uma marca inapagável na história da minha década mas por muito bons que sejam os três filmes em conjunto, tenho que salientar o primeiro. "The Fellowship of the Ring" é sem dúvida o melhor dos três e a melhor introdução possível para uma saga inolvidável.


Lost In Translation (2003)
O filme em que Scarlett Johansson me provou que se pode ser estonteantemente bonita e ter carradas de talento (pena que recentemente não o aproveite). Bill Murray ajuda à festa com uma das interpretações mais cómicas e mais esclarecidas destes últimos dez anos. Profundo, mítico, mágico, o filme faz-nos repensar a forma como vemos o mundo.


Lust, Caution (2007)
O seguimento de Ang Lee a Brokeback Mountain não podia ser mais diferente, contudo não perde qualidade. Lust, Caution busca guia nos seus protagonistas, Tang Wei e Tony Leung, que nos premeiam com uma história romântica digna de um sonho.


Mar Adentro (2004)
O que é que se dá quando se junta um super-talentoso actor espanhol (Bardem) a um super-talentoso realizador espanhol (Amenabar)? Dá isto: um filme de uma intensidade dramática, de uma inquietude, de uma vivacidade inexplicáveis. O filme recupera-nos a alegria de viver.


Match Point (2005)
Porque o Woody Allen é um grande contador de histórias. E porque nesta década, só este e Vicky Cristina Barcelona se safam do marasmo que é o resto da filmografia (Whatever Works, Scoop, Cassandra's Dream). E porque, lá está, Rhys Meyers e Johansson parecem-me credíveis e interessantes nos respectivos papéis. O que é raro.


Me and You and Everyone We Know (2005)
Este filme, tal como em Up in the Air, mostra-nos como é difícil, no mundo de hoje, dois seres humanos estabelecerem uma relação, uma conexão, real, verdadeira, sentida. E o quão notável é então, assim, apaixonar-se. Adoro este filme.




Memento (2000)
Nunca um filme me satisfez tanto em termos intelectuais como Memento do excepcional Christopher Nolan (a caminho de se tornar um dos maiores de sempre). Guy Pearce vende o seu papel extremamente bem, mas é o argumento, de cortar a respiração, de dar a volta à cabeça, que desempenha o papel principal no filme.


Milk (2008)
Por que razão não podem todos os biopics ser assim? Gus Van Sant aqui com trabalho tipicamente forte, com uma interpretação soberana de Sean Penn (que lhe vale o seu segundo Óscar), com um elenco repleto de talento e qualidade e com uma história com voz própria. Milk fala por si mesmo. É um grande filme.


Moulin Rouge! (2001)
Grandiosidade ou... grandiosidade? Não consigo decidir. O musical foi ressuscitado por Baz Luhrmann que nos convida para esta grande festa que é Moulin Rouge! Nicole Kidman e Ewan McGregor protagonizam o que é, para muitos, o melhor filme, o melhor espectáculo cinematográfico da década. Vivo, alegre, contagiante, hilariante, emoção, paixão, canção, este filme tem tudo.


Mulholland Dr. (2001)
David Lynch é um realizador brilhante. Mulholland Dr. é não só um marco da nossa década, mas sobretudo o marco de uma geração. Naomi Watts brilha aqui como nunca. São tantos os pormenores do filme que me vêm à memória que até me faz doer a cabeça só de pensar. Tenho que voltar a ver este filme, tipo, já.


Mystic River (2003)
Clint Eastwood é um velho mestre do drama parado, mas nem todos são tão bons como este Mystic River. Tim Robbins, Sean Penn, Kevin Bacon, Laura Linney e Marcia Gay Harden providenciam a tinta com que Eastwood delineia, à sua maneira, uma das mais tocantes histórias contadas esta década.


No Country For Old Men (2007)
Depois de Fargo e The Big Lebowski (que quase entrou nesta lista), eis que os irmãos Coen voltam a poder se orgulhar de um dos seus filmes. Acabou por ser (o inevitável, diria eu) vencedor maior da noite dos Óscares de 2008, onde "sacou" Melhor Filme e Melhor Realizador. Javier Bardem (performance incrível, digno da força imparável que estava a representar), Josh Brolin e Tommy Lee Jones protagonizam este western cheio de suspense com um final muito singular.


No Man's Land (2001)
Filme bósnio que venceu o Óscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, dá-nos um retrato sublime do que foi e do que significou experienciar a guerra na Bósnia-Herzegovina.


Once (2006/7)
E não será o maior dos romances a melhor das canções de amor? Este grande filme foi o bilhete para a fama de Glen Hansard e Marketa Iglová, que nos encantaram neste filme e particularmente com "Falling Slowly" e nos fizeram doer o coração com a sua bela, apesar de triste, história de amor.


Rachel Getting Married (2008)
Intemporal, inolvidável, magnífico, brilhante, extraordinário, mítico, espontâneo, revelação. Cada laço de família autenticamente traçado, cada discussão, cada confusão, cada relacionamento genuinamente explorado, este filmaço de Jonathan Demme é pura classe. Pena tenho eu (e aqui me junto a alguns críticos que também amam o filme) que pouca (ou nenhuma) gente lhe tenha dado atenção (além da interpretação de Anne Hathaway).


Ratatouille (2007)
Para o bem do mundo, espero que a Pixar nunca deixe de fazer filmes. Ainda melhor, espero que a Pixar nunca deixe de fazer filmes com qualidade abaixo deste nível. A lição de vida que este filme nos ensina é, apesar de simples, importante; e a forma como ele nos ensina isso, através de um pequeno ratinho talentoso, é, só por si, merecedora de todos os elogios.


Reprise (2006)
Admira-me que ainda ninguém tenha querido (para já) fazer a versão norte-americana deste filme. Mais um vindo do cinema nórdico (muito em voga nesta década, em conjunto com o francês, o árabe e o romeno). Joachim Trier conta-nos a história de dois amigos e as entrecruzilhadas que se lhes aparecem na vida e a forma como cada um deles as ultrapassa. Os sonhos que temos na adolescência nem sempre se transpõem para a vida adulta... E há que aprender com os erros...


Requiem for a Dream (2000)
A droga muda vidas. Felizmente para nós, temos Aronofsky para nos mostrar o quanto. Brilhante início de uma carreira muito auspiciosa, com curtas-metragens com qualidade assegurada e uma longa-metragem com boa crítica (Pi), Darren Aronofsky mostra-nos aqui todo o seu potencial, com esta potente caracterização do mundo dos toxicodependentes.


Sideways (2004)
Paul Giamatti, Virginia Madsen, Sandra Oh, Thomas Haden Church. O vinho. A paisagem. A comédia. O drama. Alexander Payne. Todos os elementos necessários para uma das grandes comédias da década, Sideways é original, dinâmico, envolvente e sobretudo muito engraçado. Se eu achei isso, então imagino para quem se identifique (pessoal na crise da meia-idade) com as personagens...


Spirited Away (2001)
Hayao Miyazaki, o génio da animação japonesa, trouxe quatro filmes ao Velho Continente, todos eles excepcionalmente bons: Princess Mononoke, Spirited Away, Moving Castle e Ponyo By The Cliff. Dos três, Spirited Away, o que venceu o Óscar de Melhor Filme Animado, é o mais tocante, o mais belo, o mais mágico. Chihiro venceu.



The Dark Knight (2008)
É dos filmes que mais influencia o meu gosto pelo cinema. Posso vê-lo e revê-lo (tal como a primeira parte da trilogia Batman/Nolan) que nunca me canso. E encontro sempre detalhes novos para me deleitar. É TÃO bom. E Heath Ledger é tão sublime no filme. Nunca vi um vilão assim. A personagem parece que incarnou nele, ele viveu a personagem.


The Departed / Infernal Affairs (2006/2002)
Se o filme original de 2002 já era potencialmente explosivo, que dizer da "adaptação" de Martin Scorcese ao panorama norte-americano, com um elenco de luxo composto por Wahlberg, Nicholson, DiCaprio e Damon? Espectacular.


The Devil Wears Prada (2006)
Dos filmes mais conhecidos do mundo inteiro, pleno de frases dignas de serem citadas em qualquer mídia (aquele monólogo da cor azul... :swoon:) com uma interpretação para além do humanamente permitido por Meryl Streep.


The Diving Bell and The Butterfly (2007)
Julian Schnabel traz-nos um filme estupendo sobre um homem que aprende a ver a vida de outra forma depois de só ficar incapaz de mover o corpo inteiro à excepção de um dos seus olhos, vendo-se obrigado, ao mesmo tempo, a fugir dos seus pensamentos e a refugiar-se na sua imaginação. O filme é magnificamente harmonioso, conjugando momentos de depressão com momentos de júbilo de forma exemplar.


The Fountain (2006)
O filme mais menosprezado da década e o filme mais mal-tratado da filmografia de Darren Aronofsky, este The Fountain é de uma beleza invulgar. Rachel Weisz e Hugh Jackman são os protagonistas de um filme absolutamente arrebatador, de deixar o espectador colado ao ecrã.


The Hours (2002)
Tenho que admitir que não sou o maior fã de Stephen Daldry (também ainda só fez três filmes; venha o quarto para eu lhe poder dar razão) mas este filme é absolutamente brilhante. Adaptado na perfeição de uma obra difícil e muito estruturada, complicada de "dar vida", Daldry controla impecavelmente os momentos-chave do romance e constrói um filme do qual se pode orgulhar, com desempenhos impressionantes de três das cinco maiores actrizes de Hollywood no momento: Julianne Moore, Nicole Kidman (ganhou o Óscar por este papel) e Meryl Streep (as outras duas são Cate Blanchett e Kate Winslet, que ele dirigiu em The Reader, que deu a ela um Óscar).


The Lives of Others (2006)
Este foi o filme que nos deu a conhecer o realizador Florien von Donnersmarck. Um thriller (mas com uma componente emocional muito forte também) de grande qualidade , tão grande que obviamente ganhou o Óscar e está agora a ser adaptado, felizmente pelo mesmo realizador (à la Haneke com "Funny Games"), em versão americana.


The Others (2001)
Mais uma vez, Nicole Kidman prova-nos que Moulin Rouge! não foi fruto do acaso - juntando-se ao grande Amenabar, cria uma história que nos assombra o pensamento muito tempo depois de abandonarmos o cinema.


The Pianist (2002)
Quando penso em retrospectiva nesta magnífica obra de Roman Polanski, só me lembro da profunda tristeza e desespero do filme. No entanto, penso mesmo que foi com esse intuito que o filme foi feito. Adrien Brody incorpora por completo o pianista polaco refugiado da guerra e mostra-nos a sua dor interior, sem nada esconder.


The Piano Teacher (2001)
Isabelle Huppert dá neste excelente filme de Haneke a única interpretação que nesta década, a meu ver, pode rivalizar com a de Julianne Moore pelo título de "melhor interpretação". Uma actriz sempre empenhada e atenta, que sabe sempre fazer as melhores escolhas, tem aqui uma hipótese de brilhar. E fá-lo com soberania.


The Royal Tenenbaums (2001)
Wes Anderson revela-se ao mundo neste filme, com um argumento em co-autoria sua com Owen Wilson. O filme é tão intrinsecamente detalhado, com pormenores tão deliciosos e um elenco tão bem formado, que é impossível não se gostar dele. Este filme é demais.



There Will Be Blood (2007)
Se dúvidas houvesse que Paul Thomas Anderson é um grande realizador, acho que foram todas tiradas com este filme, o filme que devia ter sido o grande vencedor dos Óscares em 2008. Enfim. Mais tarde hão-de reparar o erro que fizeram. O realizador de filmes emblemáticos que falam do paradigma que é viver marginalizado da sociedade, como Magnolia, Boogie Nights e Punch-Drunk Love mostra toda a sua maturidade nesta obra-prima que nos faz sofrer e alegrar-nos com as personagens, em particular com o espectacular Daniel Plainview (Daniel Day-Lewis).


The Wrestler (2008)
Darren Aronofsky bem nos avisa: testemunhem o regresso mais glorioso de sempre. E é bem verdade. Mickey Rourke ultrapassa todas as expectativas num papel que lhe cai como uma luva, embelezado e transfigurado em lenda pela mão de um enorme realizador.


Un Prophète (2009)
O cinema francês continuou em grande nesta década e uma vez mais este ano tivemos o privilégio de ver um grande filme da escola francófona. Jacques Audiard traz-nos esta valente película sobre um jovem analfabeto que é preso e que se vê obrigado a aprender a sobreviver.


Up (2009)
A jóia da coroa da Pixar, o segundo filme animado da história a ser nomeado para Óscar de Melhor Filme. Carl Fredricksen e a sua história encheram-nos os nossos corações de esperança, de alegria, de amor.


Up in the Air (2009)
Um marco da era contemporânea, de uma relevância social, cultural e económica fascinante. Excelente elenco e excelente banda sonora a acompanhar um extraordinário argumento, com uma visão transcendente de um dos maiores realizadores do nosso tempo, Jason Reitman.


Vera Drake (2004)
O dom puro de Imelda Stauton é extraordinariamente aproveitado pelo talento de Mike Leigh para capturar grandes interpretações de actrizes em câmara. Uma história de arrepiar, que em muitas formas poderia ter dado errado, dada a natureza pesada e de difícil abordagem dela, é transformada num filme soberbo que demonstra toda a qualidade e recursos de um dos realizadores mais excitantes do panteão do cinema.


Vicky Cristina Barcelona (2008)
Porque é o melhor filme de Woody Allen em muito tempo. Porque é dos poucos filmes em que não me apetece dar um par de estaladas na Scarlett Johansson a ver se ela acorda. Porque Penélope Cruz é simplesmente magistral. E Patricia Clarkson emana sensualidade mesmo com a idade dela e só através de cinco ou seis falas num filme inteiro.



Volver (2006)
Nunca num filme de Almodovar uma interpretação pareceu tão poderosa como a de Penélope Cruz como Raimunda. A força e a seriedade com que conduz o filme ajuda a que o realizador espanhol nos passe, uma vez mais, uma visão real de como é a vida e as voltas que ela dá.


Wall-E (2008)
Aquela que é, para mim, a obra-prima da Pixar. O pequeno robô empilhador de lixo Wall-E conta-nos a sua história de forma tão emocionalmente profunda e rica que até nos esquecemos que ele não fala e que não tem (quase nenhumas) expressões faciais. Não dá para não nos apaixonar-nos por ele. Este devia ter sido o segundo filme animado a ser nomeado para Melhor Filme.


Y Tu Mamá También (2001)
A vida foi feita para ser vivida e não pode ser prevista nem planeada de qualquer forma. Este é o ensinamento central deste grande filme de Alfonso Cuarón, que conta a história de dois amigos que partem à aventura com uma mulher mais velha. Brilhantes participações de Bernal e Luna.


You Can Count On Me (2000)
Um argumento riquíssimo, excelentes interpretações de Mark Ruffalo e Laura Linney e uma impressionante realização de Kenneth Lonnergan são as peças que fazem de You Can Count On Me um filme tão imponente. Lembra-me que o tenho que rever brevemente.


Zodiac (2007)
Não podia deixar de parte o mestre da obsessão e da mania. David Fincher (que conquistou a sua primeira nomeação como Melhor Realizador em 2009 por um filme nada coincidente com a sua filmografia, The Curious Case of Benjamin Button!) traz-nos um filme com um argumento forte mas altamente confuso (em mãos erradas, o filme podia ter corrido mal), com boas interpretações de Downey Jr., Ruffalo e Gylenhaal e que usa e abusa do seu estilo próprio para compor esta história de um desenhador de BD para jornais que fica obcecado com um assassino.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

PRÉMIOS PERDIDOS - Parte 3

Última série dos Prémios Perdidos, peço desculpa pela demora mas o estudo não espera por mim...


Enfim. Categorias de música e literatura. Músico Nacional, Músico Internacional, Músicas Nacional e Internacional, Livro, Livro que virou filme e Escritor do ano.

Amanhã revelamos os vencedores.
















domingo, 27 de dezembro de 2009

PRÉMIOS PERDIDOS - Nomeados Parte 2

Mais nomeados para os nossos Prémios Perdidos 2009, com mais dez categorias. A terceira parte virá amanhã dia 28, sendo anunciados os vencedores no dia 31.


EQUIPA DO ANO
Nomeados: Barcelona, Braga, Lakers, Oliveirense, Porto



SÉRIE - EM PORTUGAL - DO ANO
Nomeados: 30 Rock, Conta-me Como Foi, Dexter, House M.D., Mad Men



PROGRAMA DECADENTE DO ANO
Nomeados: As Tardes da Júlia, Família Família, M/F, Quem Quer Ganha, Uma Canção Para Ti



PROGRAMA GENERALISTA DO ANO
Nomeados: Alta Definição, Gato Fedorento: Esmiúça os Sufrágios (também por Escrutina os Escrutínios), Nós Por Cá, Prós e Contras, Sociedade Civil



PROGRAMA ENTRETENIMENTO DO ANO
Nomeados: Dá-me Música, Dança Comigo, Ídolos, Jogo Duplo, Salve-se Quem Puder




PROGRAMA INFORMATIVO DO ANO
Nomeados: 30 Minutos, 35 mm, Histórias com Gente Dentro, O Dia Seguinte, Telejornal



REPÓRTER/PIVÔ DO ANO
Nomeados: Fátima Campos Ferreira, José Alberto Carvalho, José Rodrigues dos Santos, Luís Castro, Mário Crespo



PIOR APRESENTADOR DO ANO
Nomeados: Apresentadoras do Famashow, Francisco Menezes e Rita F. Rodrigues, Júlia Pinheiro e Manuel Luís Goucha, Leonor Poeiras, Marta Leite de Castro





CANAL DO ANO
Nomeados: RTP1, RTP2, RTPN, SIC, SIC Notícias




APRESENTADOR DO ANO
Nomeados: Bárbara Guimarães, Catarina Furtado, Fátima Lopes, Jorge Gabriel e Sónia Araújo, Tânia Ribas de Oliveira e João Baião




ANÚNCIO PUBLICITÁRIO DO ANO
Nomeados: Nespresso, Pepsi, SuperBock, TMN, Vodafone


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

PRÉMIOS PERDIDOS 2009

E vamos então desvendar hoje a surpresa: os Prémios Perdidos.

Os PRÉMIOS PERDIDOS serão uma rubrica que nós vamos ter a partir de agora, todos os anos, nesta altura do ano, que servirão um pouco de balanço ao que se passou no ano que finda.

Temos 26 categorias com 5 nomeados cada. Temos 8 pessoas a votar, incluindo eu e a Sara. Como são muitas categorias, vou dividi-las por 4 dias (até dia 30, exactamente). Os vencedores serão desvendados a 31 de Dezembro.

Hoje vou então anunciar os nomeados para 5 categorias: Personalidade Nacional do Ano, Personalidade Internacional do Ano, Político do Ano, Desportista Nacional do Ano e Desportista Internacional do Ano.



POLÍTICO DO ANO

Nomeados: Bernardino Soares; Francisco Louçã; José Sócrates; Nuno Melo; Paulo Portas




PERSONALIDADE NACIONAL DO ANO

Nomeados: Carlos Queiroz; Cristiano Ronaldo; David Mota; Manuela Moura Guedes; Manuel Pinho


PERSONALIDADE INTERNACIONAL DO ANO

Nomeados: Barack Obama; Bruxo Pepe; Maitê Proença; Papa Bento XVI; Sílvio Berlusconi


DESPORTISTA NACIONAL DO ANO

Nomeados: Armindo Araújo; Frederico Gil; Jessica Augusto; Madjer; Tiago Machado



DESPORTISTA INTERNACIONAL DO ANO

Nomeados: Alberto Contador; Kobe Bryant; Lionel Messi; Roger Federer; Yelena Isinbayeva




terça-feira, 1 de dezembro de 2009

1 de Dezembro de 2008.


Faz hoje um ano que entrei para a equipa que redige este blogue (primeiro post no dia 2/12, mas adicionado a 1/12/08). Um ano depois, o que mudou? Nada. A ambição continua a mesma do dia em que entrei:

«Que dizer num primeiro post? :)
Bem... revelo a minha ambição: tornar o blogue referência no panorama bloguista nacional!» (2/12/08)




A minha própria ambição continua:

«Agora em termos de ambição pessoal: queria tornar o blogue referência de cinéfilos e viciados em TV nacionais... É muito difícil mas sei que talvez cheguemos lá... ;)» (2/12/08)




E o meu agradecimento continua:

«Enfim... agora que tenho isto dito... Agradeço à Sara por (finalmente) me ter aceite por cá :D E espero que não se arrependa de me ter trazido para cá :D» (2/12/08)




Um ano volvido, tudo na mesma... Ou será que não?

1. Antes de mim vieram 105 posts. Desde que cá estou (sendo nós 3 ou apenas 2), postamos o triplo das vezes. Estamos em 394 posts, mais 291 posts do que quando comecei.

2. Os temas? Falava-se de poemas, de música, de universidade, de ensino. Comigo falou-se mais de saúde, muito de cinema, de televisão. A música continuou, a arquitectura começou a surgir e a política também, tudo pelas mãos da talentosa Sara. Só os poemas se foram (com o Mean_Machine...) Um pouco de tudo é falado, portanto, e vamo-nos completando e revezando.

3. Triunfos? Mais comentários de sempre, muitas mais visitas (o Alexa diz-nos que há 326% mais de visitantes entre 2008 e 2009) - e podemos comprová-lo no mapa de visitantes (temos visitantes de mais de 20 países...) e as sondagens. As ricas das sondagens. Muito bem Sara, grande ideia. Uma nova ideia está para vir até ao fim-do-ano. Mas... não revelo nada. Para agora.

4. O entusiasmo? O mesmo ou até mais. Temos melhorado e assim continuaremos. Mas adoro estar aqui, um ano depois, a relembrar o meu contributo e a relembrar o fantástico que é escrever para esse lado, para quem nos lê.

5. A opinião? Mudou um pouco. No início, já admiti, era um pouco demasiado informativo, frio, calculista, nada intimista. Falava de filmes como se estivesse a relatar o noticiário. Agora só me importa postar o que gosto, o que me interessa, o que me agrada. Much better ;)





O que fica para cumprir? Tanta ideia... Hão-de ser aproveitadas (por mim e pela Sara, eventualmente). Alguém tem sugestões, um ano depois de eu entrar? Alguma coisa de diferente devo fazer ou ter feito?




Aqui me despeço, agradeço a quem lê, agradeço ainda mais a quem comenta, agradeço ainda mais a quem lê os MEUS TESTAMENTOS (isto se houver alguém... xD), agradeço à Sara por me ter dado uma oportunidade e me ter dado um trabalho tão bom de fazer e agradeço ao cinema, à televisão, ao desporto, à saúde, à FMUC, a tudo o que me faz ter razão para escrever. A mais um ano memorável.

E despeço-me com uma excelente melodia, um clássico, de My Fair Lady - «I Could Have Danced All Night»





sexta-feira, 17 de julho de 2009

EMMY TIME!


(O meu post com a D. Dolores/Megan Fox deve vir sábado, para comemorar FÉRIAS...)

Entretanto, hoje foram anunciadas as nomeações para os Emmy - que para quem não sabe são os prémios atribuídos pela Academia da Arte e da Ciência da Televisão (ATAS).

Basicamente... Oscar está para cinema como Tony para o teatro e Emmy para televisão. É o prémio mais prestigiado do pequeno ecrã. Pronto. A juntar aos Globos de Ouro, aos SAG e aos AFT, são os prémios que celebram o que de melhor se faz em televisão nos Estados Unidos em primetime (horário nobre) - das 20.45 (sim, o telejornal deles não demora tanto como os de cá) às 23.00.


Bom... Os nomeados são (só vou indicar as principais categorias)


MELHOR ACTOR - COMÉDIA

Jim Parsons, The Big Bang Theory
Jermaine Clement, Flight of the Conchords
Tony Shalhoub, Monk
Steve Carell, The Office
Alec Baldwin, 30Rock
Charlie Sheen, Two and a Half Men



Charlie Sheen é tipo o demónio para os candidatos a Melhor Actor - Comédia. Nunca vai embora. Ele e a série dele (se bem que, graças a Deus, este ano não foi nomeada!) De resto, só qualidade, Baldwin, Carell, muito merecido Parsons, Shalhoub eu ainda aceito (última temporada, já tem 6 nomeações e 3 vitórias). Clement não entendo. Nenhum amor para Zachary Levi em Chuck, Jay Harrington em Better Off Ted, Zack Braff em Scrubs e sobretudo como é possível David Duchovny não ser nomeado por excelente trabalho em Californication (de novo, já depois de o ano passado ter acontecido o mesmo?)


MELHOR ACTOR - DRAMA

Hugh Laurie, House
Michael C. Hall, Dexter
Bryan Cranston, Breaking Bad
Jon Hamm, Mad Men
Gabriel Byrne, In Treatment
Simon Baker, The Mentalist




Agradeçamos aos céus por não haver James Spader este ano. Adoro a série mas acho que não tem qualidade suficiente para merecer prémios e reconhecimento. Enfim. Spader tem 2 vitórias em 3 nomeações e era a última temporada de Boston Legal que estava em jogo este ano... Não conseguiu quase nada (Shatner é a excepção mas esse é nomeado sempre, que é que se há-de fazer...) Hugh Laurie também já nos tem convencido do seu talento mas acho um desperdício ser nomeado todos os anos quando há gente bem melhor. Michael C. Hall, Cranston (vencedor o ano passado), Byrne e Hamm repetem as nomeações, tal como Laurie (mas estas são merecidas). Simon Baker espantou meio mundo com esta nomeação - não gosto da série e não gosto dele. Kiefer Sutherland foi nomeado como Melhor Actor em Mini-Série ou Filme por esta temporada de 24, o que é estranho, uma vez que ele foi nomeado já por 6 vezes (e venceu uma vez) nesta categoria de melhor actor - drama. Foi nomeado todas as temporadas de 24. De qualquer forma, Kyle Chandler em Friday Night Lights, Edward Olmos em Battlestar Gallactica, Matthew Fox de Lost, Dennis Leary de Rescue Me, Michael Chiklis em The Shield... Havia melhores possibilidades.


MELHOR ACTRIZ - COMÉDIA

Tina Fey, 30Rock
Christina Applegate, Samantha Who?
Sarah Silverman, The Sarah Silverman Program
Julia Louis-Dreyfuss, The New Adventures of Old Christine
Toni Colette, The United States of Tara
Mary Louise Parker, Weeds


Um bom alinhamento. Applegate, Colette, Fey, Parker concordo plenamente. Applegate devia ganhar o trófeu até porque inexplicavelmente, depois de uma excelente 1ª temporada, a ABC decidiu cancelar a série (queda enorme das audiências) e Applegate o ano passado teria ganho não fosse Tina Fey. Too bad. Louis-Dreyfuss de volta com Old Christine, uma série que eu detesto e que não entendo como há pessoas que gostam (o mesmo com Two and a Half Men). Ganhou no 1º ano da série e colecciona a 4ª nomeação. Sarah Silverman deixou-me feliz ao ver que os Emmy afinal a consideram uma actriz de qualidade - e o programa é bastante bom. O choque para mim? Nenhuma das Desesperadas donas de casa de Wisteria Lane conseguiram ser nomeadas - e a verdade é que não percebo porquê. Eva Longoria tem ganho o amor dos críticos e Marcia Cross e Felicity Huffman são sempre excelentes. America Ferrara surpreendentemente também de fora.


MELHOR ACTRIZ - DRAMA

Glenn Close, Damages
Sally Field, Brothers & Sisters
Elizabeth Moss, Mad Men
Kyra Sedgwick, The Closer
Mariska Hargitay, Law & Order: Special Victims Unit
Holly Hunter, Saving Grace


Esta categoria irrita-me. Holly Hunter (teria ganho o ano passado não fosse a outra actriz vencedora de um Óscar estar também nomeada - falo de Glenn Close, sim! - mas até é merecido, ela tem uma boa interpretação). e Glenn Close (vencedora o ano passado e provável vencedora este ano também) eu consigo suportar. Sally Field é excelente e eu adoro-a mas Calista Flockhart foi MUITO melhor esta temporada que ela em Brothers&Sisters. Sem comentários. Elizabeth Moss é incrível em Mad Men mas eu acho que o papel dela é muito mais secundário do que principal. Falta aqui alguma das suas colegas de Mad Men, January Jones ou Christine Hendricks. Não percebo. Mariska Hargitay é um case-study: como é possível todos os anos ser nomeada e todos os anos os Emmy terem de arrumar com alguém com 1000x mais qualidade para a menina ser nomeada? Ai ai ai... Kyra Sedgwick a voltar com The Closer (merece). O esquecimento de Mary McDonnell por Battlestar Gallactica vai-me doer por muitos, muitos anos. Que roubo de igreja! Já para não falar de Ellen Pompeo em Grey's Anatomy que esta temporada trouxe o seu A-game para a série e foi simplesmente divinal de ver a sua transformação. E onde está também o amor para Anna Paquin em True Blood (vencedora do Globo de Ouro o ano passado)?


MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO - COMÉDIA

Kevin Dillon, Entourage
Neil Patrick Harris, How I Met Your Mother
Rainn Wilson, The Office
Jack McBrayer, 30Rock
Tracy Morgan, 30Rock
Jon Cryer, Two and a Half Men



Finalmente vamos ter Neil Patrick Harris/Barney Stinson (WHAT UP? LEGEN...(wait for it)...DARY!) a ganhar o trófeu. Yes! Piven caiu mal aos olhos dos seus pares com as cenas lamentáveis dos últimos tempos (romances com raparigas de 18-20 anos, etc) e não foi nomeado (ele que venceu 3 vezes nos últimos 3 anos). De resto, nada de surpreendente: Jon Cryer, Rainn Wilson e Kevin Dillon de novo nomeados e tínhamos de ter gente de 30Rock (competição para Patrick Harris) nomeada - eu achava que só Morgan ia conseguir mas a verdade é que McBrayer (que faz de Kenneth) também conseguiu, apesar do pouquíssimo tempo de antena de que dispõe na série. Os esquecidos? John Krazinski - again and again e eu não entendo porquê, o pessoal do Pushing Daisies, do Scrubs, Darby do Flight of the Conchords, Kirk em Weeds... Há alguns mas de modo geral este line-up satisfaz-me (Piven merecia estar aqui).


MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO - DRAMA

William Shatner, Boston Legal
Christian Clemenson, Boston Legal
Aaron Paul, Breaking Bad
William Hurt, Damages
Michael Emerson, Lost
John Slattery, Mad Men



Roubado aqui foi Justin Chambers que foi excelente toda a temporada de Grey's Anatomy (hey, se TR Knight conseguiu a nomeação não percebo como ele não consegue). William Shatner, nomeado já habitual (sem entender bem porquê), este ano trouxe o colega Clemenson - que já tem duas vitórias por esta série (mas como actor convidado, antes de se tornar regular). William Hurt e Aaron Paul merecidamente nomeados, podendo dizer o mesmo de John Slattery. Michael Emerson continua a ser o único actor de Lost que a Academia gosta (não sei bem porquê, porque a série é espantosa graças aos actores) - em especial Josh Holloway já devia ter sido nomeado, o Sawyer é demais. Pessoal de True Blood e de The Shield também podem ficar chateados com os Emmy, há gente que merecia mais que estes aqui...


MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA - COMÉDIA

Kristin Chenoweth, Pushing Daisies
Amy Poehler, Saturday Night Live
Jane Krakowski, 30Rock
Vanessa Williams, Ugly Betty
Elizabeth Perkins, Weeds
Kristen Wiig, Saturday Night Live


O melhor line-up da cerimónia, só Vanessa Williams destoa um pouco ali mas consigo viver com isso porque ela é muito boa na sua personagem em Ugly Betty. Nada a estragar aqui. Ok, Holland Taylor de Two and a Half Men, Elizabeth Perkins de Weeds, Jenna Fischer de The Office, Dana Delany de Desperate Housewives e Jean Smart de Samantha Who? talvez pudessem figurar entre estas senhoras. Mas eu não mexia nas outras 6 que ali estão.


MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA - DRAMA

Chandra Wilson, Grey's Anatomy
Rose Byrne, Damages
Sandra Oh, Grey's Anatomy
Cherry Jones, 24
Dianne Wiest, In Treatment
Hope Davis, In Treatment




O choque? O trabalho de Katherine Heigl esta temporada seria o suficiente para que ela merecesse um segundo Emmy (realmente a 5ª temporada foi só Izzie - aliás, o programa devia ter sido renomeado Izzie's Anatomy). Mas a guerra aberta com Shonda Rhimes, a sua retirada da corrida dos Emmy o ano passado por «não achar que tinha tido material de valor com que trabalhar», o ano de 2008 e de 2009 passado todo a choramingar feita menina birrenta, a mania de diva e até a sua própria mania de superioridade para com todos podem ter roubado a chance de ela alguma vez voltar a ser nomeada. É pena, merecia o Emmy este ano. Outro roubo egrégio foi a não-nomeação de Marcia Gay Harden por Damages em vez de Rose Byrne que é personagem principal. Sandra Oh e Chandra Wilson nomeadas DE NOVO, uma delas vai ganhar, a não ser que Dianne Wiest estrague as contas. In Treatment também conseguiu nomear Hope Davis e para dizer a verdade todas as actrizes secundárias da série podiam ser nomeadas, tal o valor das suas performances. Mais roubos? Rachel Griffits em Brothers&Sisters (eles não gostam mesmo da série), Christina Hendricks em Mad Men, Pounder em The Shield e que tal QUALQUER uma das actrizes (particularmente Elizabeth Mitchell) de Lost? É que não entendo por que razão não gostam dos actores mas adoram a série (e mesmo assim intermitentemente). E Candice Bergan também não foi nomeada por Boston Legal (ufa!)


MELHOR SÉRIE - COMÉDIA

Entourage
Family Guy
Weeds
How I Met Your Mother
The Office
30 Rock
Flight of the Conchords



Estupendamente feliz por How I Met Your Mother ter FINALMENTE algum reconhecimento, extremamente desapontado com o alinhamento porque, diga-se, Weeds e Entourage já viram bem melhores dias. Desperate Housewives também de fora (com aquela 4ª temporada não podiam querer mais... apesar de ter sido um retorno à forma antiga das primeiras temporadas). The Office e 30 Rock repetem - e ainda bem, uma vez que são os 2 melhores shows de comédia da televisão norte-americana. Flight of the Conchords também de novo nomeado. Mas irrita-me imenso que Family Guy tenha conseguido a nomeação, a 2ª nomeação de sempre para uma série animada (então e os Simpsons não são melhores? Que injusto!) Bom, o Seth McFarlane agora manda na FOX e deve ter andado a mandar cabazes de DVDs para as restantes estações televisivas. The New Adventures of Old Chirstine, Scrubs ou Curb Your Enthusiam deviam ter ficado com essa vaga. Oh well...


MELHOR SÉRIE - DRAMA

Damages
Dexter
House
Lost
Big Love
Breaking Bad
Mad Men


Aqui é que eu começo mesmo a ficar irritado. House já é nomeado por hábito, nem conta o valor da série, o que me chateia imenso. Esta temporada foi um fiasco. Ponto. Dexter e Lost conseguiram a nomeação, que é merecida. Mad Men obviamente também a ser nomeado - e é o provável vencedor. Breaking Bad a surpreender, tal como Big Love. Grey's Anatomy, Battlestar Gallactica e Friday Night Lights de novo arrumados da corrida - e eu não sei bem porquê. Já para não falar de True Blood que apesar de ser um pouco fora dos gostos da Academia não deixa de ser uma série excelente. Damages conseguiu a nomeação como era previsto - mas antes Damages que Boston Legal DE NOVO. Isso sim ia irritar-me. Surpresa: a queda de 24 depois de ter vencido o ano passado esta categoria (com mais 4 nomeações anteriores - portanto foi nomeado TODAS AS TEMPORADAS menos esta última) Mais coisas que me irritam: The Shield, In Treatment... Por que razão é que estes não surgem nos 7 nomeados? O aumento do nº de nomeados não corresponde a um aumento necessário de qualidade, como se vê (fica aqui a nota para os Óscares aprenderem...)


Peço desculpa pelo tamanho ENORME do texto mas é assim... Assim sempre têm com que se entreter enquanto a Sara vai cavar :)